Banda Sinfônica da FAETEC Marechal Hermes apresenta repertório dedicado à música brasileira na WASBE 2026

A Banda Sinfônica da FAETEC Marechal Hermes será uma das atrações da programação artística da 21ª Conferência Internacional da WASBE (World Association for Symphonic Bands and Ensembles). O concerto acontece no dia 23 de julho, às 17h30, na Sala Cecília Meireles, reunindo um programa inteiramente dedicado à música brasileira.

Sob a regência de Lélio Alves, fundador da banda, a apresentação percorre diferentes momentos da produção nacional para bandas e conjuntos de sopros. O repertório inclui Trenzinho do Caipira, de Heitor Villa-Lobos, em transcrição de Dieter Lazarus; Polca Bouquet, de Anacleto de Medeiros; Batuque, de Oscar Lorenzo Fernández; Mourão, de César Guerra-Peixe, em arranjo de Ivan do Espírito Santo; e Zouk, de Gilson Santos.

O concerto também contará com a participação do compositor e regente Gilson Silva, que assume a direção musical em Brado Amazônico e Cangaço, duas obras de sua autoria. Reconhecido internacionalmente como compositor, Silva dirige atualmente a Banda Sinfônica e a Orquestra de Câmara do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, e terá participação especial na programação da conferência.

Outro destaque será a presença de solistas convidados. O trompetista Gabriel Guilherme interpreta Polca Bouquet, enquanto o quarteto formado pelos saxofonistas Fernando Trocado, Josué Elias, Marco Túlio de Paula Pinto e Paulo Victor Pantana Ribeiro apresenta Sax-Choro, de Hudson Nogueira, obra que explora a riqueza tímbrica da família dos saxofones e dialoga com a tradição do choro brasileiro.

Fundada em 1998, a Banda Sinfônica da FAETEC Marechal Hermes consolidou-se como uma das principais instituições de formação de músicos de sopros e percussão do estado do Rio de Janeiro. Além da intensa atividade artística em salas de concerto e festivais, o grupo desempenha papel fundamental na formação de instrumentistas que hoje integram importantes bandas militares, orquestras e instituições musicais brasileiras.

O regente Lélio Alves é doutor em Música pela UNIRIO, mestre e bacharel pela UFRJ, trombonista, educador e um dos principais nomes da formação de bandas sinfônicas no país. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu ampla atuação como professor, autor de métodos didáticos e regente convidado em festivais nacionais e internacionais.

Sobre a WASBE Rio 2026

O concerto integra a programação da WASBE Rio 2026, que será realizada entre os dias 20 e 26 de julho de 2026. Pela primeira vez sediada na América Latina, a conferência reunirá músicos, regentes, pesquisadores, compositores, educadores e estudantes de diversos países em uma programação que inclui concertos, workshops, palestras, concursos, sessões de leitura e atividades de formação.

A realização da edição brasileira conta com parceria entre a UFRJ, por meio de sua Escola de Música, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a FUNARJ, a Fundação Universitária José Bonifácio e a Marinha do Brasil, por intermédio da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais. O projeto também conta com apoio da FAPERJ e do Ministério da Cultura.

Além de receber importantes conjuntos brasileiros e internacionais, a programação promoverá a formação da WASBE World Youth Wind Orchestra, reunindo jovens músicos de diferentes países, e o Fringe Festival “Por Todas as Bandas do Brasil”, com apresentações gratuitas em diversos espaços culturais do centro do Rio de Janeiro. A realização da WASBE Rio 2026 representa um marco para a música de bandas sinfônicas na América Latina e reforça o protagonismo da EM/UFRJ na formação, produção artística e pesquisa em música.

 Serviço
📅 23/07 (quinta-feira) | 17h30
🏛️ Sala Cecília Meireles
📍 Largo da Lapa, 47 – Lapa, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Ingressos no site da Sala Cecília Meireles

Solistas SAMP e Orquestra de Sopros da Universidade do Novo México dividem o palco do Theatro Municipal na WASBE 2026

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebe, no dia 22 de julho, às 19h, um importante concerto da programação da 21ª Conferência Internacional da WASBE (World Association for Symphonic Bands and Ensembles). A noite reunirá os Solistas SAMP, de Portugal, e a Orquestra de Sopros da Universidade do Novo México, dos Estados Unidos, em apresentações que evidenciam a diversidade e a vitalidade da produção contemporânea para bandas e conjuntos de sopros.

Realizada pela primeira vez na América Latina, a conferência da WASBE transforma o Rio de Janeiro em um ponto de encontro para músicos, compositores, regentes e pesquisadores de diversos países. O concerto de 22 de julho sintetiza esse intercâmbio ao colocar lado a lado dois grupos de destaque internacional, cada um trazendo diferentes perspectivas sobre o repertório para sopros.

Solistas SAMP destacam a música portuguesa contemporânea

A primeira parte da noite será conduzida pelos Solistas SAMP, agrupamento da Sociedade Artística Musical dos Pousos, de Leiria, Portugal. Criado em 2007, o conjunto é reconhecido pela promoção do repertório para formações de sopros, com especial atenção à música portuguesa e à criação contemporânea.

Sob a direção de Alberto Roque e com participação do regente convidado Felix Hauswirth, referência mundial na regência de bandas sinfônicas e Membro Honorário Vitalício da WASBE, o programa reunirá obras de Louis Théodore Gouvy, Eurico Carrapatoso, João Santos, Anne Victorino d’Almeida e Sérgio Azevedo.

O concerto contará ainda com as participações da soprano Ana Maria Pinto e da flautista Neuza Bettencourt, ambas reconhecidas por sua atuação na música contemporânea portuguesa. A apresentação será marcada também pela estreia mundial de Divertimento sobre uma melodia folclórica portuguesa, escrita por Sérgio Azevedo especialmente para a ocasião.

Universidade do Novo México apresenta repertório internacional

Na sequência, a Orquestra de Sopros da Universidade do Novo México sobe ao palco sob a regência de Emily Moss. Formado pelos principais estudantes de sopros, metais e percussão da instituição norte-americana, o conjunto é reconhecido pela excelência artística, pela formação de jovens músicos e pelo incentivo à criação de novas obras para banda sinfônica.

O repertório inclui Fantasia de Cores, de Paul Dooley; o segundo e o terceiro movimentos do Concerto para Violino, de Stephen Melillo; Balada para Banda, de Morton Gould; Enigma, de David Biedenbender; e Baião N’ Blues, de Clarice Assad e Joe Jaxson.

O violinista brasileiro Carmelo de los Santos será o solista convidado na obra de Stephen Melillo. Professor da Universidade do Novo México, o destacado violinista brasileiro desenvolve carreira internacional como solista e camerista, mantendo também forte atuação na divulgação da música brasileira.

Sobre a WASBE Rio 2026

O concerto integra a programação da WASBE Rio 2026, que será realizada entre os dias 20 e 26 de julho de 2026. Pela primeira vez sediada na América Latina, a conferência reunirá músicos, regentes, pesquisadores, compositores, educadores e estudantes de diversos países em uma programação que inclui concertos, workshops, palestras, concursos, sessões de leitura e atividades de formação.

A realização da edição brasileira conta com parceria entre a UFRJ, por meio de sua Escola de Música, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a FUNARJ, a Fundação Universitária José Bonifácio e a Marinha do Brasil, por intermédio da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais. O projeto também conta com apoio da FAPERJ e do Ministério da Cultura.

Além de receber importantes conjuntos brasileiros e internacionais, a programação promoverá a formação da WASBE World Youth Wind Orchestra, reunindo jovens músicos de diferentes países, e o Fringe Festival “Por Todas as Bandas do Brasil”, com apresentações gratuitas em diversos espaços culturais do centro do Rio de Janeiro. A realização da WASBE Rio 2026 representa um marco para a música de bandas sinfônicas na América Latina e reforça o protagonismo da EM/UFRJ na formação, produção artística e pesquisa em música.

Serviço

📅 22/07 (quarta-feira) | 19h
🏛️ Theatro Municipal do Rio de Janeiro
📍 Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Ingressos no site do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Oregon State University Wind Ensemble apresenta estreias e trilha de Star Wars na Sala Cecília Meireles durante a WASBE 2026

Como parte da programação da 21ª Conferência Internacional da WASBE (World Association for Symphonic Bands and Ensembles), o Oregon State University Wind Ensemble se apresenta no dia 22 de julho, às 17h30, na Sala Cecília Meireles. Sob a regência de Erik Kar Jun Leung, o concerto reúne obras contemporâneas, estreias e um dos mais célebres repertórios da música para cinema, com participação da mezzo-soprano Jasmine Johnson.

O programa tem início com a estreia mundial de Encostas e Fontes (2026), do compositor norte-americano Olin Hannum. Em seguida, o grupo interpreta A Promessa da Vida, de “A Terra Terna”, de Aaron Copland, em arranjo de Kenneth Singleton.

Na sequência, Jasmine Johnson sobe ao palco para a estreia sul-americana de “Noite de Verão”, da obra Eu Também Sou América (2025), de Henry L. Dorn. Encerrando a apresentação, o público poderá ouvir a Suíte de Star Wars VII: O Despertar da Força, de John Williams, composta por quatro movimentos inspirados na trilha sonora do filme: Marcha da Resistência, Tema da Rey, Scherzo para X-Wing e Passos Jedi e Final.

O Oregon State University Wind Ensemble consolidou uma identidade artística voltada ao repertório contemporâneo e à inovação. Sob a direção de Erik Kar Jun Leung, o conjunto atua como um espaço de criação musical, promovendo encomendas e estreias de novas obras, além de desenvolver projetos interdisciplinares com artistas de diferentes áreas.

Reconhecido nacional e internacionalmente, o grupo busca ampliar as possibilidades da música para conjuntos de sopros por meio de uma programação que alia excelência artística, pesquisa e experimentação.

Regência e participação especial

O concerto será conduzido por Erik Kar Jun Leung, diretor de bandas da Oregon State University e educador musical indicado ao Grammy. Reconhecido internacionalmente como regente, palestrante e pesquisador, Leung é referência em diversidade, equidade e pertencimento na educação musical, além de autor de importantes publicações sobre inclusão no universo das bandas sinfônicas.

A mezzo-soprano Jasmine Johnson participa como solista da apresentação. Desde sua estreia profissional na ópera, em 2022, vem se destacando pela interpretação de obras contemporâneas. Paralelamente à carreira artística, atua na gestão cultural como gerente de Engajamento Cívico e Parcerias da Portland Opera e presidente do conselho da Renegade Opera, desenvolvendo iniciativas voltadas à ampliação do acesso às artes.

Sobre a WASBE Rio 2026

O concerto integra a programação da WASBE Rio 2026, que será realizada entre os dias 20 e 26 de julho de 2026. Pela primeira vez sediada na América Latina, a conferência reunirá músicos, regentes, pesquisadores, compositores, educadores e estudantes de diversos países em uma programação que inclui concertos, workshops, palestras, concursos, sessões de leitura e atividades de formação.

A realização da edição brasileira conta com parceria entre a UFRJ, por meio de sua Escola de Música, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a FUNARJ, a Fundação Universitária José Bonifácio e a Marinha do Brasil, por intermédio da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais. O projeto também conta com apoio da FAPERJ e do Ministério da Cultura.

Além de receber importantes conjuntos brasileiros e internacionais, a programação promoverá a formação da WASBE World Youth Wind Orchestra, reunindo jovens músicos de diferentes países, e o Fringe Festival “Por Todas as Bandas do Brasil”, com apresentações gratuitas em diversos espaços culturais do centro do Rio de Janeiro. A realização da WASBE Rio 2026 representa um marco para a música de bandas sinfônicas na América Latina e reforça o protagonismo da EM/UFRJ na formação, produção artística e pesquisa em música.

Serviço

📅 22/07 (quarta-feira) | 17h30
🏛️ Sala Cecília Meireles
📍 Largo da Lapa, 47 – Lapa, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Ingressos disponíveis em breve no site da Sala Cecília Meireles

WASBE 2026 reúne Orquestra Municipal de Sopros de Lençóis Paulista e Banda Sinfônica da Universidade Javeriana no Theatro Municipal do Rio

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebe, no dia 21 de julho, às 19h, um importante concerto da 21ª Conferência Internacional da World Association for Symphonic Bands and Ensembles (WASBE). A apresentação reunirá a Orquestra Municipal de Sopros de Lençóis Paulista “Agostinho Duarte Martins”, e a Banda Sinfônica da Universidade Javeriana, da Colômbia, em um programa dedicado à música contemporânea para bandas sinfônicas, com destaque para estreias mundiais e repertório latino-americano.

A programação evidencia a diversidade estética e a vitalidade da produção musical do continente, reunindo compositores, regentes e solistas de reconhecimento internacional em um concerto que integra a primeira edição da conferência da WASBE realizada na América Latina.

Sob a regência de Marcelo Maganha, a Orquestra Municipal de Sopros de Lençóis Paulista apresentará quatro estreias mundiais: Abertura Festiva, de Fernando Deddos; Ecos Originários do Brasil, de Ricardo Silva, conduzida pelo maestro convidado Darrel Brown; Tracks of Wonder, de Alexandre Travassos, sob regência de Dario Sotelo; e São Francisco, de Gilson Santos, tendo como solista o oficleidista Everson Moraes, trombonista da Orquestra Sinfônica da UFRJ e um dos principais responsáveis pela valorização do oficleide no Brasil.

O concerto será encerrado com o Concerto para Trompete, do Maestro Duda, em transcrição de João da Banda, interpretado pelo trompetista Fábio Brum, principal trompete da Royal Liverpool Philharmonic Orchestra e um dos mais destacados instrumentistas brasileiros da atualidade.

Fundada em 1995, a Orquestra Municipal de Sopros de Lençóis Paulista mantém intensa atividade artística e educacional, realizando cerca de 30 apresentações anuais e consolidando-se como uma das principais formações de sopros do interior paulista.

Música colombiana em destaque

Na sequência, a Banda Sinfônica da Universidade Javeriana, dirigida por Patrícia Vanegas Ruiz, apresentará um programa dedicado exclusivamente à música colombiana contemporânea.

O repertório inclui Obertura Mestiza, de Victoriano Valencia Rincón, em estreia mundial; Landscapes: Three Colombian Sketches for Trumpet and Band, de Daniel Alberto Moreno V., com solo de Juan Felipe Lince Ramírez; Fantasía en la Sabana, de Jhoan Infante; Suite 1819, de Juan Sebastián Velasco Serna; e San Pelayo, também de Victoriano Valencia Rincón.

Criada em 1992, a Banda Sinfônica da Universidade Javeriana é formada por estudantes da Faculdade de Artes da Pontifícia Universidade Javeriana e tornou-se referência na interpretação do repertório original para banda sinfônica. Desde 2006, sob a direção de Patrícia Vanegas Ruiz, o conjunto tem recebido importantes premiações nacionais, participado de eventos internacionais como a Midwest Clinic e desenvolvido projetos de formação musical em diferentes regiões da Colômbia.

Sobre a WASBE Rio 2026

O concerto integra a programação da WASBE Rio 2026, que será realizada entre os dias 20 e 26 de julho de 2026. Pela primeira vez sediada na América Latina, a conferência reunirá músicos, regentes, pesquisadores, compositores, educadores e estudantes de diversos países em uma programação que inclui concertos, workshops, palestras, concursos, sessões de leitura e atividades de formação.

A realização da edição brasileira conta com parceria entre a UFRJ, por meio de sua Escola de Música, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a FUNARJ, a Fundação Universitária José Bonifácio e a Marinha do Brasil, por intermédio da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais. O projeto também conta com apoio da FAPERJ e do Ministério da Cultura.

Além de receber importantes conjuntos brasileiros e internacionais, a programação promoverá a formação da WASBE World Youth Wind Orchestra, reunindo jovens músicos de diferentes países, e o Fringe Festival “Por Todas as Bandas do Brasil”, com apresentações gratuitas em diversos espaços culturais do centro do Rio de Janeiro. A realização da WASBE Rio 2026 representa um marco para a música de bandas sinfônicas na América Latina e reforça o protagonismo da EM/UFRJ na formação, produção artística e pesquisa em música.

Serviço

📅 21/07 (terça-feira) | 19h
🏛️ Theatro Municipal do Rio de Janeiro
📍 Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Ingressos serão disponibilizados no site do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro se apresenta na WASBE Rio 2026

A Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro será uma das atrações da programação da 21ª Conferência da World Association for Symphonic Bands and Ensembles (WASBE Rio 2026). O concerto acontece no dia 21 de julho (terça-feira), às 17h30, na Sala Cecília Meireles, reunindo obras de Artur Barreiros e Anacleto de Medeiros sob a regência do Major Franquimar Francisco Fernandes, com participação do maestro Marcelo Jardim como regente convidado.

Fundada em 1896, a Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro é uma das mais antigas instituições musicais em atividade no Brasil. Foi a primeira banda instrumental brasileira a realizar gravações fonográficas e, ao longo de sua trajetória, participou de importantes projetos culturais. A instituição também foi reconhecida como Patrimônio Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Além da atuação artística, seus integrantes exercem a função de bombeiros militares, conciliando a atividade musical com o serviço prestado à sociedade.

O concerto será conduzido pelo Major Franquimar Francisco Fernandes, regente titular do Grupamento de Bombeiros Músicos do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). Fundador da Orquestra Sinfônica do Corpo de Bombeiros, a primeira criada em um Corpo de Bombeiros no Brasil , atualmente cursa o Bacharelado em Regência Orquestral na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Professor de Regência de Banda e Prática de Orquestra da Escola de Música da UFRJ (EM/UFRJ), Marcelo Jardim participa da apresentação como regente convidado. Vice-diretor e diretor artístico da EM/UFRJ, é diretor musical da Orquestra de Sopros da UFRJ, coordenador do programa Arte de Toda Gente e do projeto Bandas: Sistema Pedagógico de Apoio às Bandas, além de diretor executivo da WASBE Rio 2026.

O programa será aberto com o primeiro movimento da Suíte para Banda Sinfônica, de Artur Barreiros, intitulado Épico – Os Boêmios. Em seguida, o repertório homenageia Anacleto de Medeiros com cinco composições: Polaca de Bombardino, Terna Saudade, Polca Bouquet, Lydia e Araribóia.

A apresentação contará ainda com a participação dos solistas Juan Carlos Faitanin Silva, eufonista e bacharel pela UFRJ, na execução de Polaca de Bombardino, e Levi Marques, trompetista integrante da Banda Sinfônica do CBMERJ, como solista em Polca Bouquet.

Sobre a WASBE Rio 2026

O concerto integra a programação da WASBE Rio 2026, que será realizada entre os dias 20 e 26 de julho de 2026. Pela primeira vez sediada na América Latina, a conferência reunirá músicos, regentes, pesquisadores, compositores, educadores e estudantes de diversos países em uma programação que inclui concertos, workshops, palestras, concursos, sessões de leitura e atividades de formação.

A realização da edição brasileira conta com parceria entre a UFRJ, por meio de sua Escola de Música, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a FUNARJ, a Fundação Universitária José Bonifácio e a Marinha do Brasil, por intermédio da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais. O projeto também conta com apoio da FAPERJ e do Ministério da Cultura.

Além de receber importantes conjuntos brasileiros e internacionais, a programação promoverá a formação da WASBE World Youth Wind Orchestra, reunindo jovens músicos de diferentes países, e o Fringe Festival “Por Todas as Bandas do Brasil”, com apresentações gratuitas em diversos espaços culturais do centro do Rio de Janeiro. A realização da WASBE Rio 2026 representa um marco para a música de bandas sinfônicas na América Latina e reforça o protagonismo da EM/UFRJ na formação, produção artística e pesquisa em música.

Serviço
📅 21/07 (terça-feira) | 17h30
🏛️ Sala Cecília Meireles
📍 Largo da Lapa, 47 – Lapa, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Em breve em https://salaceciliameireles.rj.gov.br/

Quinteto Villa-Lobos e Banda Sinfônica do Exército Brasileiro abrem a 21ª Conferência Internacional da WASBE

O Quinteto Villa-Lobos e a Banda Sinfônica do Exército Brasileiro protagonizam, no dia 20 de julho, às 19h, na Sala Cecília Meireles, o concerto de abertura da 21ª Conferência Internacional da WASBE (World Association for Symphonic Bands and Ensembles), realizada pela primeira vez na América Latina.

A conferência acontecerá entre os dias 20 e 26 de julho e reunirá músicos, regentes, pesquisadores, compositores, educadores e estudantes de diversos países em uma ampla programação artística, acadêmica e pedagógica dedicada às bandas sinfônicas e aos conjuntos de sopros.

A edição brasileira é realizada em parceria entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por meio da Escola de Música (EM/UFRJ), a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj), a Fundação Universitária José Bonifácio (FUJB) e a Marinha do Brasil, por meio da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais. O projeto conta ainda com apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet.

Na abertura, o Quinteto Villa-Lobos apresentará um programa com: Bachianas Brasileiras Nº5, de Heitor Villa-Lobos; Suíte para Flauta, Oboé, Clarineta, Trimpa e Fagote, de Radamés Gnattali; Suíte Norte, Sul, Leste, Oeste, de Hermeto Pascoal, além de Di Menor, de Guinga e Celso Viáfora. Em seguida, a Banda Sinfônica do Exército Brasileiro executará as obras Dobrado Barroco, de Gilson Silva; Mar que fala Português, de Gilson Santos; A Queda do Céu, para clarinete baixo e banda sinfônica, de Liduíno Pitombeira; e Quebra-molas, de Juliana Ripke.

A interpretação de A Queda do Céu contará com o clarinetista Thiago Tavares como solista. Bacharel em Clarinete pela UFRJ e mestre em Clarinete Baixo pelo Conservatório de Rotterdam, na Holanda, o músico integra a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) desde 2003 e também é membro da seção de clarinetes da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ (OSUFRJ).

Fundado em 1962, o Quinteto Villa-Lobos tem como missão divulgar a música de câmara brasileira, explorando diferentes gêneros e vertentes da produção musical nacional. Formado atualmente por Rubem Schuenck (flauta), Rodrigo Herculano (oboé), Cristiano Alves (clarineta), Philip Doyle (trompa) e Aloysio Fagerlande (fagote), o grupo possui uma trajetória de mais de seis décadas, com extensa discografia, apresentações em diversos países e participação em importantes festivais internacionais. Em 2024, lançou o álbum Sempre, indicado ao Prêmio da Música Brasileira BTG Pactual em 2025.

Criada em 2002, a Banda Sinfônica do Exército Brasileiro tem como principal objetivo fazer da música um bem comum como parte das atividades culturais do Exército Brasileiro, estabelecendo um vínculo artístico e cultural com a sociedade brasileira. Ao longo de sua trajetória, apresentou-se nas principais salas de concerto do país, recebeu solistas nacionais e internacionais e foi contemplada com os prêmios de Melhor Projeto de Música Clássica e Prêmio Especial de Cultura da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).

A realização da WASBE 2026 no Brasil representa um marco histórico para a música de bandas sinfônicas na América Latina e reforça o protagonismo da EM/UFRJ no cenário internacional da formação, da produção artística e da pesquisa em música.

Além dos concertos, a conferência promoverá workshops, palestras, encontros formativos, sessões de leitura, concursos e atividades voltadas à formação de jovens músicos, além do Fringe Festival “Por Todas as Bandas do Brasil”, com apresentações gratuitas em diferentes espaços culturais do centro do Rio de Janeiro.

Serviço

📅 20/07 (segunda-feira) | 19h
🏛️ Sala Cecília Meireles
📍 Largo da Lapa, 47 – Lapa, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Em breve em https://salaceciliameireles.rj.gov.br/

EM/UFRJ lamenta o falecimento da professora Maria Beatriz Licursi Conceição

A Escola de Música da UFRJ (EM/UFRJ) manifesta profundo pesar pelo falecimento da professora Maria Beatriz Licursi Conceição, ocorrido na tarde da última segunda-feira (6/7). Sua trajetória esteve intimamente ligada à instituição, à qual dedicou cerca de 65 anos de sua vida.

Beatriz Licursi ingressou na EM/UFRJ ainda na infância, por volta de 1962, para estudar piano. A partir de então, construiu uma trajetória praticamente ininterrupta na Escola, onde além da iniciação musical, fez curso técnico, graduação e mestrado. Posteriormente, concluiu o doutorado em Portugal, consolidando uma vida dedicada à formação musical, ao ensino, à pesquisa e à extensão universitária.

Como pianista, participou de concursos e realizou recitais ao longo de sua carreira. Entre suas maiores afinidades artísticas destacava-se a obra de Ernesto Nazareth, da qual interpretou parte significativa do repertório. Essas interpretações foram reunidas em um álbum lançado na década de 1990, atualmente disponível no YouTube.

Professora Associada da EM/UFRJ, atuou na área de Percepção Musical e desenvolveu pesquisas em Psicologia da Música, Educação Musical e Neurociências aplicadas à aprendizagem, contribuindo para a formação de inúmeras gerações de estudantes.

Também na década de 1990, idealizou o projeto de extensão Música Feliz, o qual coordenou por cerca de 30 anos e que se tornou um dos marcos de sua atuação na universidade. A iniciativa proporcionou oportunidades de apresentação a estudantes de diferentes níveis da EM/UFRJ, além de reunir alunos de outras unidades da UFRJ e de instituições públicas de ensino.

Ao longo de três décadas, o Música Feliz promoveu recitais de música de câmara, apresentações de instrumentos solistas e diversas formações musicais, desempenhando um papel relevante na formação artística dos estudantes, na difusão da música e na aproximação entre a universidade e a comunidade.

Em seus escritos sobre o projeto, Beatriz Licursi defendia a extensão universitária como um espaço de diálogo e troca de saberes entre a universidade e a sociedade. Para ela, iniciativas como o Música Feliz contribuíam para a democratização do conhecimento, a inclusão social e a construção coletiva de novos saberes por meio da prática musical.

Neste momento de luto, a EM/UFRJ se solidariza com familiares, amigos, colegas e alunos, prestando homenagem à memória da professora Maria Beatriz Licursi Conceição e agradecendo sua dedicação à instituição e à educação musical brasileira.

As cerimônias de despedida serão realizadas na quarta-feira, 8 de julho, no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. O velório ocorrerá a partir das 11h, na Capela Real Grandeza, sala 6. O sepultamento está marcado para as 13h.

Orquestra Sinfônica da UFRJ apresenta Schumann e Beethoven

A Orquestra Sinfônica da UFRJ realiza, no dia 16 de julho, no Salão Leopoldo Miguez, mais um concerto de sua 102ª temporada. Sob regência de Felipe Prazeres, a apresentação reúne o Concerto para piano em Lá menor, op. 54, de Robert Schumann, com solo do pianista José Sacramento, e a Sinfonia nº 3 em Mi bemol maior, op. 55, “Heroica”, de Beethoven.

Híbrida de sinfonia, concerto e grande sonata, a obra que abre a noite foi concebida inicialmente em 1839 como uma fantasia em um único movimento. Em 1845, a obra foi ampliada com a inclusão de um Intermezzo e de um Allegro vivace final. Estreada por Clara Schumann no início de 1846, em Leipzig, destaca-se pela integração entre piano e orquestra e pelo desenvolvimento de um mesmo material temático ao longo dos três movimentos.

O primeiro, exposto pelos sopros, é o motivo gerador para os demais movimentos, passando por diferentes transformações, inclusive de andamentos, até desembocar na bela cadência que antecede a aceleração final. O tema do Intermezzo se destaca pelo diálogo do piano solista com o naipe de violoncelos. O terceiro movimento é de maior virtuosidade, caracterizando-se pela métrica deslocada, que causa um irresistível balanço rítmico.

Na sequência, a orquestra interpreta a célebre “Heroica”, marco na história da música sinfônica. Composta em 1804, a obra originalmente pensada como homenagem a Napoleão Bonaparte recebeu outro significado após a autoproclamação do líder francês como imperador. A decepção do compositor foi tamanha que, num acesso de raiva, Beethoven raspou a dedicatória que havia feito na partitura a ponto de furar o papel. Decidiu por intitulá-la Heróica e dedicá-la “à memória de um grande homem”, passando então a representar uma ideia universal de heroísmo.

A Terceira Sinfonia representa um marco na história da música por expandir a forma sinfônica a dimensões inéditas. No primeiro movimento, Beethoven amplia significativamente a seção de desenvolvimento em relação às sinfonias de Mozart e Haydn, introduzindo inclusive um novo tema. Em seguida, a célebre Marcha Fúnebre confere ao segundo movimento um caráter narrativo, evocando a morte do herói por meio de uma atmosfera solene e de um ritmo que remete a uma procissão. O scherzo do terceiro movimento imprime leveza e vigor, com destaque para o trio de trompas, cuja escrita sugere o caráter de uma dança rústica. O encerramento da obra apresenta um amplo movimento de variações. Após a introdução enérgica e a exposição do tema pelas cordas em pizzicato, Beethoven desenvolve uma série de variações de grande inventividade, incluindo um fugato, culminando em uma coda de forte impacto.

O solista da noite será o pianista José Sacramento, bacharelando da Escola de Música da UFRJ. Vencedor do Concurso de Jovens Solistas da OSUFRJ em 2022, já se apresentou em espaços como a Casa Museu Eva Klabin, a Biblioteca Nacional e a Sala Cecília Meireles. Em 2025, realizou turnê nacional com o Trio Oré e participou de produções do Theatro Municipal do Rio de Janeiro como pianista correpetidor e maestro interno.

A regência estará a cargo de Felipe Prazeres, maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e maestro associado da Orquestra Petrobras Sinfônica. Spalla da Orquestra Sinfônica da UFRJ, Prazeres rege regularmente a OSUFRJ desde 2013 e desenvolve intensa atuação artística no Brasil e no exterior.

Serviço
📅 16/07 (quinta-feira) | 19h
🏛️ Salão Leopoldo Miguez – EM/UFRJ
📍 Rua do Passeio, 98 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Entrada franca

UFRJazz apresenta concerto dedicado à obra de Tom Jobim com arranjos inéditos para big band

Em 10/07, às 19h, a UFRJazz sobe ao palco do Salão Leopoldo Miguez para um concerto dedicado à obra de Tom Jobim, reunindo clássicos da música brasileira em arranjos especialmente concebidos para formação de big band. A apresentação destaca diferentes facetas da produção do compositor, aproximando a linguagem da bossa nova e da música instrumental brasileira da tradição das grandes orquestras de jazz.

“Em janeiro de 27 Tom Jobim completaria 100 anos, e para celebrar o centenário do maestro, a UFRJazz apresentará um repertório selecionado dentre as obras instrumentais e menos conhecidas de Jobim, com arranjos exclusivos feitos especialmente para esta ocasião”, destaca o professor Julio Merlino, diretor musical e regente do grupo.

O programa reúne um pout-pourri de obras de Tom Jobim, com arranjo original de Fernando Merlino e adaptação para Big Band de Julio Merlino, além de novas leituras para peças como Retratos 1 & 2 (Meu amigo Radamés & Radamés y Pelé), Stone Flower / Surfboard, Rancho das Nuvens / Nuvens Douradas, Takatanga / Remember, Andorinha / Sue Ann e Tema Jazz / Capitão Bacardi. O repertório inclui ainda Mojave, com arranjo de Miguel Dias.

O concerto contará com as participações especiais de José Arimatea (trompete), Nicolas Urai (França, saxofone alto), Fernando Jovem (trombone), Anderson Cruz (tuba) e Lukas Gernet (Suíça, piano).

Integram a UFRJazz os saxofonistas Misael Silveira, Esdras Lopes, Vinicio Pereira, Marcos Silva dos Santos, Lucas Alves (saxofones altos), Guilherme Pinheiro, Rafael Chuva e Ryan Pereira (saxofones tenores), além de Edu Barros (saxofone barítono). A seção de metais conta com os trompetistas Facundo Ezequiel, Gabriel Miranda e Gabriel Lima, e o trombonista Felipe Santos. Completam a formação JV Botelho (guitarra), Miguel Dias (baixo elétrico), Joca Moraes (bateria) e Rodrigo Serra (vibrafone).

Desde 2017 sob a direção musical e regência de Julio Merlino, o grupo vem explorando novas possibilidades sonoras, incorporando influências contemporâneas e mantendo diálogo com as raízes da música brasileira. Ao longo de sua trajetória, a UFRJazz já realizou mais de 260 apresentações e dividiu o palco com nomes como Hermeto Pascoal, Guinga, Nivaldo Ornelas e Rosa Marya Colin, além de ter lançado três álbuns elogiados pela crítica especializada.

O concerto é uma oportunidade única de conhecer releituras inéditas da obra de um dos maiores compositores brasileiros.

Serviço
📅 10/07 | 19h
🏛️ Salão Leopoldo Miguez – EM/UFRJ
📍 Rua do Passeio, 98 – Lapa, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Entrada franca

Representantes de orquestras do Rio discutem sala de concertos sinfônicos e reconstrução do Teatro Villa-Lobos com Prefeitura

Em 26 de junho, vários representantes de orquestras do Rio de Janeiro se reuniram com o atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, para discutir duas demandas do setor musical: a construção de uma sala de concertos sinfônicos e a reconstrução do Teatro Villa-Lobos.

O encontro dá continuidade às tratativas iniciadas em setembro de 2025, com apoio do secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, a partir do “Plano para o desenvolvimento da música de concerto no Rio de Janeiro”. O documento foi elaborado pela Academia Brasileira de Música (ABM) e pelo Fórum das Orquestras do Rio de Janeiro.

Participaram da reunião André Cardoso (Orquestra Sinfônica da UFRJ e Academia Brasileira de Música), João Guilherme Ripper (Orquestra Sinfônica Brasileira, Academia Brasileira de Música e Funarj), Felipe Prazeres (Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal e Johann Sebastian Rio), Fernando Pereira (Orquestra Petrobras Sinfônica), Tina Werneck (Orquestra Sinfônica Nacional da UFF), Guilherme Bernstein (Orquestra Sinfônica da UniRio), Marcelo Jardim (Orquestra de Sopros da UFRJ), Kelly Davis (Orquestra Sinfônica da UFRJ) e o arquiteto José Augusto Nepomuceno. Pela Prefeitura do Rio de Janeiro, além do prefeito e do secretário municipal de Cultura, esteve presente o assessor-chefe de Ações Estratégicas da Secretaria Municipal de Cultura, Léo Feijó.

Durante a reunião, os representantes das orquestras destacaram que a cidade ainda não dispõe de uma sala adequada para concertos sinfônicos. Segundo o grupo, as orquestras atuam atualmente em espaços que não comportam grandes formações instrumentais ou que não oferecem condições acústicas apropriadas.

O plano apresentado reúne diferentes alternativas de locais para a construção de uma sala de concertos sinfônicos destinada a atender orquestras, bandas e grupos de projetos sociais do Rio de Janeiro, além de conjuntos de outras cidades, estados e orquestras internacionais em turnê. Ao final do encontro, ficou definido que o grupo apresentará, no prazo de um mês, um programa que servirá de base para a elaboração de um projeto básico arquitetônico.

Em relação ao Teatro Villa-Lobos, os representantes das orquestras manifestaram apoio à proposta de criação de um grupo de trabalho formado por representantes da Prefeitura do Rio, da Funarj e do Ministério da Cultura para viabilizar a reconstrução do espaço.

* Com informações de Academia Brasileira de Música