Salão Leopoldo Miguez será palco de concerto da Classe de Órgão

A Escola de Música da UFRJ realiza, no dia 12 de novembro, às 18h30, mais um concerto da Série Internacional de Órgão da UFRJ, no Salão Leopoldo Miguez. A apresentação, de entrada franca, será protagonizada por alunos da Classe de Órgão, sob orientação do professor Alexandre Rachid.

Realizada no histórico órgão Tamburini, instalado no Salão Leopoldo Miguez, a Série Internacional de Órgão da UFRJ tem como objetivo divulgar o repertório organístico erudito nacional e internacional, abrangendo obras do período renascentista aos dias atuais. O projeto busca ainda aproximar o público carioca do instrumento e fomentar o interesse de estudantes e docentes da Escola de Música pela prática organística.

O concerto contará com a participação dos organistas Rafael Tavares, João Ricardo Sigiane, Marcus Vinícius de Almeida, Lucas Alves, Beatriz Botelho, Estêvão César e Alexandre Rachid, em um programa que inclui obras de J.S. Bach, Pachelbel, Couperin, Messiaen, César Franck e Gordon Young, além de uma improvisação sobre tema folclórico.


Programa

Gordon Young (1919–1998)Trumpet Tune
Organista: Rafael Tavares (Órgão B I)

J.S. Bach (1685–1750)Christe, du Lamm Gottes BWV 619
J. Pachelbel (1653–1706)Toccata em Sol menor
Organista: João Ricardo Sigiane (Órgão B II)

F. Couperin (1688–1733)Dialogue (IX) de la Messe pour les Paroisses
Gordon Young (1919–1998)Toccata
Organista: Marcus Vinícius de Almeida (Órgão B IV)

F. Couperin (1688–1733)Deo Gratias de la Messe pour les Paroisses
Olivier Messiaen (1908–1992)Apparition de l’Église Éternelle
Organista: Lucas Alves (Órgão B IV)

J.S. Bach (1685–1750)O Mensch, bewein’ dein’ Sünde grob BWV 622
Organista: Beatriz Botelho (Órgão B VI)

César Franck (1822–1890)Cantabile
J.S. Bach (1685–1750)Prelúdio e Fuga em Sol maior
Organista: Estêvão César (Órgão I)

J.S. Bach (1685–1750)Fantasia e Fuga em Sol menor BWV 542
Improvisação sobre tema folclórico
Organista: Alexandre Rachid


Concerto da Classe de Órgão – Série Internacional de Órgão da UFRJ
📅 12/11 (quarta-feira) | 18h30
🏛️ Salão Leopoldo Miguez – EM/UFRJ
📍 Rua do Passeio, 98 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Entrada franca

Concerto de Marimba destaca diversidade e expressão na percussão da UFRJ

Em 11 de novembro, às 19h, o Salão Leopoldo Miguez será palco de mais uma apresentação do Grupo de Percussão da UFRJ: o Concerto de Marimba. Com entrada gratuita e protagonizado pela classe de percussão da EM/UFRJ sob a coordenação do professor Pedro Sá, o evento promete revelar ao público as múltiplas possibilidades sonoras desse instrumento.

Para Pedro Sá, a marimba ocupa um lugar central na formação dos percussionistas da UFRJ e merece maior visibilidade junto ao público: “A marimba é um instrumento central no curso do bacharelado em percussão da Escola de Música da UFRJ, assim como a caixa clara e tímpanos”, afirmou. “Mas ela ainda é um instrumento relativamente desconhecido aqui no Brasil.”

A classe de percussão da UFRJ apresentará o concerto de marimba em três segmentos: solo, música de câmara e concerto. O programa, cuidadosamente elaborado, reúne obras de diferentes países e estilos. A proposta do evento é explorar tanto o aspecto lírico quanto o percussivo do instrumento, evidenciando sua riqueza técnica e expressiva.

O professor Pedro Sá lembra que, historicamente, a ampliação do repertório da marimba está associada à criação de novas obras: “A encomenda de novas obras musicais tem sido a principal fonte de repertório para a marimba desde 1940, data do primeiro concerto para marimba e orquestra”, disse. “As últimas décadas testemunharam um enorme desenvolvimento na técnica, nos instrumentos — a marimba tem aumentado muito de tamanho — e no repertório da marimba.”

Entre os destaques da programação estão obras solo, duos e formações de câmara, abrangendo compositores norte-americanos, asiáticos e brasileiros.

“Eu apresentarei Reflections on the Nature of Water, do norte-americano Jacob Druckmann, obra que diz respeito a um conjunto de estudos que exploram as possibilidades sonoras, tímbricas e expressivas da marimba de uma forma única, uma exploração da água no plano abstrato”, comentou.

Na sequência, o bacharelando Mateus Barros apresentará Frogs, peça escrita pela marimbista japonesa Keiko Abe que congrega diferentes usos de articulação na marimba, e que inclui uma sessão coral. Ainda no âmbito do repertório asiático, Until Dawn, do chinês Arnold Chu, será apresentada pelo bacharelando Johnny Rodrigues.

“O brasileiro Ney Rosauro foi aluno do meu professor Luiz da Anunciação, e dele será apresentada O Baião, da sua Suíte Popular Brasileira, interpretada pelo bacharelando João Vitor Godoy”, disse Pedro. Fechando a sessão de solos, o bacharelando Gustavo Mendonça apresentará Manhattan, do americano Mark Ford.

A segunda parte do concerto será dedicada à marimba na música de câmara, com destaque para o diálogo entre instrumentos e estilos.

“Eu apresentarei junto ao colega Sammy Fuchs o Divertimento para marimba e flauta, do americano Peter Tanner, uma envolvente interação melódica e rítmica que desafia intérpretes e cativa o público, com seus contrastes de dinâmica e texturas intricadas”, disse o professor.

Pedro Sá também ressaltou a importância da obra brasileira no programa: “O brasileiro Radamés Gnatali se ofereceu para escrever o Divertimento para marimba e orquestra para o meu professor Luiz da Anunciação, que foi quem fez a estreia desse que é o primeiro concerto para marimba e orquestra escrito no Brasil, que será interpretado pelo bacharelando Clayton Newman na versão de redução para marimba e piano, com a participação especial de Eduardo Henrique ao piano.”

O encerramento ficará por conta do Grupo de Percussão da UFRJ, que interpreta Stubenik, de Mark Ford, para três percussionistas tocando em uma mesma marimba. Segundo o professor, essa é uma obra que explora os aspectos percussivos e líricos do instrumento como uma síntese desse concerto.

O professor Pedro Sá finalizou a entrevista que vai ao ar no episódio de 07/11 do podcast Som do Passeio deixando um convite: “Esperamos vocês lá, não percam esse concerto, vai ser maravilhoso!”


Concerto de Marimba – Grupo de Percussão da UFRJ
📅 11/11 (terça-feira) | 19h
🏛️ Salão Leopoldo Miguez – Escola de Música da UFRJ
📍 Rua do Passeio, 98 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Entrada gratuita

Orquestra Sinfônica da UFRJ celebra compositoras do século XIX no Festival Internacional de Piano do Rio de Janeiro

A Orquestra Sinfônica da UFRJ sobe ao palco da Sala Cecília Meireles no domingo, 9 de novembro, às 11h, para mais um concerto de sua 101ª temporada, integrando a programação do Festival Internacional de Piano do Rio de Janeiro. O programa destaca duas compositoras fundamentais do século XIX — Louise Farrenc e Clara Schumann —, sob a regência da maestra Nathalie Marin e com a participação da pianista canadense Élisabeth Pion como solista convidada.

Abrindo o concerto, a Abertura nº 1 em Mi menor, op. 23, de Louise Farrenc (1804–1875), revela o vigor e a elegância da escrita orquestral da compositora francesa, figura pioneira que foi a única mulher a ocupar uma cátedra no Conservatório de Paris durante o século XIX. Farrenc, também editora e professora de destaque, construiu uma sólida carreira em um meio musical dominado por homens, deixando um legado de grande relevância para a história da música.

Na sequência, a Orquestra interpreta o Concerto para piano, op. 7, de Clara Schumann (1819–1896), composto quando ela tinha apenas 16 anos. A obra, marcada por passagens de virtuosismo e momentos de refinada delicadeza, demonstra o talento precoce e a profunda musicalidade da artista que se tornaria uma das mais admiradas pianistas e compositoras do Romantismo.

O concerto tem como solista a jovem pianista Élisabeth Pion, reconhecida internacionalmente por sua versatilidade e sensibilidade interpretativa. Natural de Québec, Pion tem se apresentado em salas prestigiadas como o Wigmore Hall e o Carnegie Hall, e acumula prêmios em concursos de destaque, entre eles o Festival de Piano do Rio – Tributo a Nelson Freire, no qual conquistou o 3º lugar em 2023.

À frente da Orquestra estará a maestra Nathalie Marin, regente francesa de carreira internacional, com passagens por orquestras e companhias de ópera em mais de 25 países. Marin traz ao concerto sua experiência no repertório sinfônico e operístico europeu, reforçando o diálogo cultural que marca a atuação da Orquestra Sinfônica da UFRJ.


OSUFRJ | Festival Internacional de Piano do Rio de Janeiro
📅 09/11 (domingo) | 11h
🏛️ Sala Cecília Meireles
📍 Largo da Lapa, s/n – Lapa, Rio de Janeiro/RJ

Concurso Jovens Instrumentistas seleciona solistas para Orquestras Sinfônica e de Sopros da UFRJ

A Escola de Música da UFRJ abriu as inscrições para o Concurso Jovens Instrumentistas, que selecionará solistas para atuar junto à Orquestra Sinfônica da UFRJ e à Orquestra de Sopros da UFRJ na Temporada Artística de 2026.

O concurso é destinado exclusivamente aos alunos regularmente matriculados nos cursos de Bacharelado em Instrumento da instituição. As inscrições ficam abertas de 3 a 28 de novembro, por meio de formulário eletrônico disponível neste link.

Para efetivar a inscrição, o candidato deverá anexar ao formulário uma autorização assinada pelo professor de instrumento, confirmando sua ciência e consentimento com a participação do aluno.

A prova consiste na apresentação de um concerto ou peça para solista e orquestra, executado total ou parcialmente, conforme decisão da comissão julgadora. A audição acontece no dia 18 de dezembro de 2025 (quinta-feira), às 15h, no Salão Leopoldo Miguez.

Os alunos são responsáveis por providenciar seus acompanhadores e o material musical completo da obra apresentada, que deverá ser entregue à direção das orquestras com 30 dias de antecedência da data do concerto, caso sejam selecionados.

A comissão julgadora será composta por número ímpar de docentes indicados pela direção artística das orquestras — sendo vedada a participação de professores com alunos concorrendo. As decisões da banca são irrecorríveis.

Estão previstas quatro vagas para solistas da Orquestra Sinfônica da UFRJ e duas vagas para solistas da Orquestra de Sopros da UFRJ. O resultado será divulgado no dia seguinte à última prova, por e-mail e nos canais oficiais da Escola de Música.

Os candidatos selecionados serão convidados a atuar como solistas nas orquestras, em concertos programados pela direção artística ao longo da temporada.

Eventuais dúvidas devem ser encaminhadas a orquestra@musica.ufrj.br

Confira a seguir o regulamento completo:

Coro Infantojuvenil da UFRJ se apresenta em Votorantim (SP) com o Coro Infantojuvenil EMV

O Coro Infantojuvenil da UFRJ realiza, no dia 8 de novembro, um concerto em Votorantim, em São Paulo, ao lado do Coro Infantojuvenil da Escola de Música de Votorantim (EMV). A apresentação acontece às 12h, na Igreja Presbiteriana Independente do Rio Acima, com entrada franca.

Sob regência de Maria José Chevitarese e Luís Gustavo Laureano, o programa reúne obras sacras e canções populares de diferentes origens culturais, revelando a versatilidade e o entusiasmo dos jovens cantores. O concerto terá Claudia Feitosa ao piano e apoio das auxiliares Pamella Malaquias, Thamires Oliveira e Lidia Malaquias.

O Coro Infantojuvenil da UFRJ apresenta peças como For the Beauty of the Earth, de John Rutter; Three Contemporary Latin Settings, de Jerry Estes; Sanctus, de Richard Oswin; e o Hino Popular de Toyama, de Satō Susumu. O programa inclui ainda ABC, de Mozart; A Um Passarinho, de Ricardo Tacuchian; Tambata-já, de Waldemar Henrique; Tūtira Mai, canção tradicional maori em arranjo de Anthony Ritchie; e Menino Gigante, de Cezar Elbert.

Encerrando a apresentação, os coros da UFRJ e da EMV se unem para interpretar duas obras: Kyrie, de Cezar Elbert, e Papagaio Azul, de Edmundo Villani-Côrtes, destacando a força e a delicadeza do canto coral infantojuvenil em conjunto.

Criado em 1989, o Coro Infantojuvenil da UFRJ é reconhecido por sua trajetória expressiva no cenário coral brasileiro. O grupo já se apresentou com as principais orquestras do país e participou de montagens de óperas como Turandot, La Bohème e Tosca, de Puccini; Carmen, de Bizet; e A Flauta Mágica, de Mozart. Também integrou produções sinfônicas como Carmina Burana, de Carl Orff, e a Terceira Sinfonia, de Gustav Mahler.

Maria José Chevitarese, regente e professora titular da Escola de Música da UFRJ, é referência na formação coral infantojuvenil. Em parceria com Ana Lucia Gaborim (UFMS) e Luís Gustavo Laureano (EMV), criou em 2020 o Congresso Internacional de Música Coral Infantojuvenil (CIMUCI), hoje uma referência na área.

O encontro entre os coros da UFRJ e da EMV reforça a integração e o intercâmbio artístico entre instituições de ensino musical, proporcionando às crianças e jovens uma experiência enriquecedora de convivência e aprendizado por meio do canto coletivo.


Concerto – Coro Infantojuvenil UFRJ e Coro Infantojuvenil EMV
📅 08/11 (sábado) | 12h
🏛️ Igreja Presbiteriana Independente do Rio Acima
📍 Rua Antônio Carlos de Campos, nº 263 – Rio Acima, Votorantim/SP
🎟️ Entrada franca

EM/UFRJ recebe professores noruegueses para reunião sobre intercâmbio acadêmico em música e inclusão social

A Escola de Música da UFRJ recebe, na próxima segunda-feira, 10 de novembro, os professores Dr. Viggo Krüger, da University of Bergen, e Dr. Per-Ludvik Kjendlie, da University of South-Eastern Norway, para uma reunião sobre o intercâmbio acadêmico internacional coordenado pela professora Dra. Thelma Sydenstricker.

O encontro integra as ações de um projeto colaborativo que envolve, além da Escola de Música, o Instituto de Psiquiatria da UFRJ, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). A iniciativa tem como foco o desenvolvimento de atividades acadêmicas na área da música, articulando ensino, pesquisa e extensão e promovendo valores como diversidade, equidade e inclusão social.

O intercâmbio busca fortalecer o diálogo entre instituições brasileiras e norueguesas em torno da musicoterapia, da educação musical e de práticas musicais voltadas a grupos em situações de vulnerabilidade social, tendo como base o respeito aos direitos humanos e à diversidade cultural.

O encontro será uma excelente oportunidade para estudantes, docentes e técnicos interessados em projetos sociais, em práticas musicais inclusivas e nas interfaces entre música e saúde mental.

A reunião acontecerá às 15h30, na Sala 2116 do Edifício Ventura (Av. República do Chile, 330 – 21º andar, Torre Leste).


Reunião sobre intercâmbio acadêmico
📅 Segunda-feira, 10 de novembro | 15h30
🏛️ Sala 2116 – Edifício Ventura
📍Av. República do Chile, 330 – 21º andar, Torre Leste
🎓 Participação: aberta a alunos de graduação e pós-graduação, professores e técnicos da Escola de Música da UFRJ

Nota de condolências pelo falecimento do Prof. Dr. Carlos Sandroni

O Departamento de Musicologia e Educação Musical da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro manifesta com profundo pesar suas mais sinceras condolências pelo falecimento do grande músico e musicólogo Prof. Dr. Carlos Sandroni, ocorrido em 28 de outubro de 2025.

O Professor Sandroni, cuja notável trajetória acadêmica e musical é amplamente conhecida e admirada, encontrava-se em processo de transferência da Universidade Federal de Pernambuco para o Departamento de Musicologia e Educação Musical da Escola de Música da UFRJ. Esta transferência certamente teria fortalecido e enriquecido o ensino e a pesquisa no âmbito da música e cultura popular, com relevante impacto no cenário cultural e científico nacional.

A fatídica perda de tão ilustre intelectual e pesquisador representa um irreparável prejuízo para a cultura brasileira, deixando suas famílias, amigos e a comunidade acadêmica num doloroso estado de consternação.

Registramos, assim, nossa mais elevada estima e respeito, reiterando os votos de solidariedade e conforto aos seus entes queridos, diante dessa lacuna irreversível ao campo da etnomusicologia.

Rio de Janeiro, 1º de novembro de 2025

Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Departamento de Musicologia e Educação Musical

Concerto da OSUFRJ é adiado

O concerto previsto para esta quarta-feira, 29 de outubro, às 19h, no Salão Leopoldo Miguez, da Escola de Música da UFRJ, será adiado devido ao cenário de violência que afeta a cidade do Rio de Janeiro, comprometendo as condições de segurança e mobilidade.

A nova data será divulgada oportunamente em nossos canais oficiais.

Ópera na UFRJ seleciona cantores para “O Empresário”, de Mozart

O projeto Ópera na UFRJ abriu inscrições para os interessados em participar das suas produções de 2026. As audições buscam selecionar cantores para o singspiel Der Schauspieldirektor (O Empresário), de Mozart, com libreto de Johann Gotlieb Stephanie. A seleção também definirá uma soprano para participar do primeiro concerto da temporada da Orquestra Sinfônica da UFRJ, interpretando a ária Ruhe Sanft, da ópera Zaïde, também de Mozart.

Nesta primeira chamada, as audições são voltadas exclusivamente a alunos de graduação, pós-graduação e extensão oficialmente matriculados na EM/UFRJ, e serão realizadas presencialmente no dia 12 de dezembro, a partir das 13h, no prédio histórico da Escola de Música da UFRJ, que fica na Rua do Passeio, 98, na Lapa, Rio de Janeiro.

É necessário ter disponibilidade de tempo para ensaios e apresentações. A estreia está prevista para junho de 2026 e os ensaios serão realizados nos meses de março, abril, maio e junho. Está prevista ainda uma temporada adicional em novembro de 2026, podendo o espetáculo se estender conforme as condições de produção e disponibilidade do elenco.

A ópera “O Empresário” será apresentada em português, mas os candidatos poderão optar por cantar o trecho designado em alemão ou português durante a audição. Ambas as versões serão disponibilizadas pela produção.

As inscrições ficam abertas até 11 de dezembro e devem ser realizadas através do formulário disponível neste link.

PERSONAGENS E REPETÓRIO:

Monsieur Vogelsang – tenor: uma ária de Mozart de livre escolha que contenha um Lá 3 (Lá agudo), mais o terceto Ich bin die erste Sängering do compasso 90 (Adagio) ao fim

Mademoiselle Silberklang – soprano leve: ária Bester Jüngling mit Entzüken, mais o terceto Ich bin die erste Sängering do compasso 90 (Adagio) ao fim

Madame Herz – soprano leve: ária Da schlägt die Abschiedsstunde mais o terceto Ich bin die erste Sängering do compasso 90 (Adagio) ao fim

Buff – baixo ou barítono: uma ária de Mozart de livre escolha

Os audicionantes para as demais personagens, relacionadas abaixo, deverão apresentar uma ária de livre escolha retirada de uma das seguintes óperas de Mozart: ‘Idomeneo’, ‘O Rapto no Serralho’, ‘Assim Fazem Todas’, ‘As Bodas de Fígaro’, ‘Don Giovanni’, ‘A Flauta Mágica’ ou ‘A Clemência de Tito’:

Frank – tenor, barítono ou baixo.

Eiler – tenor, barítono ou baixo.

Herz – tenor, barítono ou baixo.

Madame Pfeil – soprano, mezzo ou contralto.

Madame Krone – soprano, mezzo ou contralto.

Madame Vogelsang – soprano, mezzo ou contralto.

Finalmente, as candidatas à participação no primeiro concerto da Temporada 2026 da Orquestra Sinfônica da UFRJ deverão apresentar a ária Ruhe Sanft, para soprano, da ópera Zaïde, de W. A. Mozart.

Dúvidas devem ser endereçadas a fabricia.medeiros@musica.ufrj.br (assunto Projeto Ópera 2026 – O EMPRESÁRIO).

Orquestra Sinfônica da UFRJ apresenta programa com obras de Haydn, Satie, Bartók, Schubert e Clarice Assad

A Orquestra Sinfônica da UFRJ realiza, em 29 de outubro, mais um concerto de sua 101ª temporada, desta vez sob a regência dos alunos do curso de bacharelado em Regência Orquestral da Escola de Música da UFRJ. A apresentação acontece às 19h, no Salão Leopoldo Miguez, com entrada franca.

O programa reúne obras de diferentes períodos e estilos, proporcionando ao público uma viagem musical que vai do classicismo de Joseph Haydn à contemporaneidade de Clarice Assad e Alexandre Schubert. A abertura traz a Sinfonia nº 19 em Ré maior, de Haydn, composta entre 1757 e 1761, marcada pelos traços típicos das aberturas italianas do período inicial de sua carreira.

Na sequência, a orquestra interpreta a delicada Gymnopédie nº 1, de Erik Satie, em arranjo de Elaine Fine para harpa e cordas. A peça, originalmente escrita para piano, destaca-se pela simplicidade melódica e atmosfera contemplativa que se tornaram marcas do compositor francês.

A terceira obra da noite é Danças da Transilvânia, de Béla Bartók, baseada em melodias folclóricas coletadas pelo compositor na Romênia. A versão para orquestra de cordas, assinada por Gábor Darvas, mantém o vigor rítmico e o colorido popular característicos da música de Bartók.

O concerto prossegue com duas criações brasileiras contemporâneas, ambas encomendadas pelo Sistema Nacional de Orquestras Sociais, projeto desenvolvido pela UFRJ em parceria com a Funarte. Em Brasiliana nº 4, o compositor e professor da Escola de Música Alexandre Schubert explora ritmos e paisagens sonoras da região Sudeste, passando pelo maxixe, pela cantiga, pela toada e pela bossa. Já Clarice Assad, em Três pequenas variações sobre o tema “A maré encheu”, revisita uma melodia folclórica em três movimentos contrastantes – Cigana, Canção e Dança –, que evocam lembranças da infância e elementos da cultura popular brasileira.

O concerto reafirma o compromisso da Orquestra Sinfônica da UFRJ com a formação de novos maestros e com a difusão do repertório sinfônico, tanto clássico quanto contemporâneo, nacional e internacional.

Orquestra Sinfônica da UFRJ — 101ª Temporada
📅 29 de outubro (quarta-feira) | 19h
🏛️ Salão Leopoldo Miguez – EM/UFRJ
📍 Rua do Passeio, 98 – Centro, Rio de Janeiro/RJ
🎟️ Entrada franca