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Biblioteca Alberto Nepomuceno PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qua, 17 de Fevereiro de 2010 09:15

A história da Biblioteca Alberto Nepomuceno é, com certeza, capítulo importante da própria história da música no Brasil. Francisco Manuel da Silva, músico da Capela Imperial, adotando os ideais de seu notável mestre, Pe. José Maurício Nunes Garcia – considerado por muitos o mais importante compositor não europeu de sua época –, não poupou esforços para a consolidação do ensino musical no Brasil, resultando seu empenho na fundação do Conservatório de Música, em 13 de agosto de 1848. A partir de então, partituras e livros começam a se avolumar, trazidos por professores, alunos e músicos, em geral. Contudo, a biblioteca do Conservatório só viria a ser fundada no provável ano de 1855.

Foto: Renan Salotto
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Panorâmica da Biblioteca Alberto Nepomuceno

Com o advento da República, um decreto de 1890 extinguiu o antigo Conservatório e criou o Instituto Nacional de Música, cujos acervo bibliográfico e arquivo musical já se tornavam significativos. Leopoldo Miguéz, primeiro diretor do Instituto, teve a iniciativa de organizar o acervo, registrando, ele próprio, suas incontáveis obras. Todavia, foi somente com Alberto Nepomuceno, quando de sua segunda gestão à frente do Instituto, entre os anos 1906 e 1916, que a Biblioteca recebeu o impulso definitivo como órgão não só de guarda de documentos históricos e de um acervo que preservasse a memória musical do país, mas que também oferecesse a professores e alunos uma contínua atualização, em relação à cultura musical ocidental. 

 

Foto: Renan Salotto
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Em cima, salão de leitura da atual Biblioteca Alberto Nepomuceno (BAN). Em baixo, Biblioteca do Instituto Nacional de Música (1933)

A partir de 1928, esse trabalho recebeu novas investidas, primeiramente de Guilherme de Melo, autor de A música no Brasil (1908) – primeiro livro de história da música brasileira –, e, mais tarde, de Luiz Heitor Correa de Azevedo, quando este assumiu o cargo de bibliotecário-chefe, em 1932, período em que, entre outras realizações, criou a Revista Brasileira de Música. Luiz Heitor iniciou, inclusive, o processo de organização de manuscritos, chegando a publicá-los como suplementos na Revista. Em 1957, com a reestruturação de suas instalações, a Biblioteca recebeu da comunidade da então Escola Nacional de Música, como reconhecimento à dedicação de seu antigo diretor, o nome de Alberto Nepomuceno.

 

A primeira iniciativa de reorganização da BAN, no período em que a Escola já recebia a denominação Escola de Música da UFRJ, deu-se em 1975, quando o então chefe Deodato Muniz Rezende de Carvalho catalogou com equipe formada para este fim, monografias e periódicos. O trabalho resultou na constituição de um catálogo alfabético (autor, título e assunto) e de catálogos auxiliares (topográfico e identidade), uma vez que o fichário manuscrito, encetado por Nepomuceno já não atendia às necessidades dos usuários. Em 1984, em convênio com a Biblioteca Nacional e a Funarte, teve início um novo projeto de organização e cadastramento do Acervo de Partituras Manuscritas de Música Brasileira. Isso resultou na identificação, na catalogação e no adequado acondicionamento de cerca de 2.000 títulos de partituras.

 

Em 1989, formou-se uma nova equipe, dessa vez em caráter permanente. Com o auxílio valioso de Mercedes Reis Pequeno, bibliotecária e ex-chefe da Seção de Música da Biblioteca Nacional, iniciou-se um exaustivo trabalho de separação do acervo por categorias, identificando-se, nos primeiros 2 anos, cerca de 30.000 obras. Como foram encontrados até 200 exemplares de duplicatas de algumas partituras e livros, criou-se um programa de doação, que beneficiou 53 instituições, com mais de 13.000 exemplares doados.

 

A atividade da nova equipe voltou-se, em especial, para a modernização da BAN, de forma a adequá-la às novas tecnologias da informação. Dentre os projetos desenvolvidos destaca-se o de Acondicionamento do Acervo de Partituras, em parceria com a Fundação Vitae. Em 1992, deu-se a fusão das bibliotecas Alberto Nepomuceno e Henriqueta Fernandes Braga – esta do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ –, incorporando-se à BAN o acervo de 7.200 obras desta última.

 

Atualmente, todo o processamento técnico encontra-se automatizado e o catálogo está disponível para consulta na base de dados dos registros bibliográficos das bibliotecas da UFRJ, a Base Minerva. Em recente parceria com a DocPro-Bibliotecas Virtuais, 3.500 páginas do acervo da BAN foram digitalizadas, dentre obras raras, partituras manuscritas, documentos históricos e fotografias. Nasceu assim a Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ. A continuidade desse serviço contará ainda com o apoio do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ.

 
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