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Início Concertos UFRJ Concertos UFRJ: José Siqueira
Concertos UFRJ: José Siqueira PDF Imprimir E-mail
Série que dedica um programa por mês a um antigo mestre da Escola de Música. O quarto programa, produzido por Caetano Araújo, aluno do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ, será dedicado a José Siqueira (1907-1985) compositor paraibano cujas características sertanejas de sua obra trouxeram o nordeste para o centro da musica sinfônica brasileira.
Escrito por SeTCOM   
Dom, 13 de Fevereiro de 2011 21:00

 

podcast

Ouça aqui o programa: 

Toda segunda-feira, às 22h, tem "Concertos UFRJ" na Roquette Pinto FM. Sintonize 94,1 ou acompanhe pela internet!

Programas anteriores podem ser encontrados na seção Concertos UFRJ.

A obra de José Siqueira (1907-1985), compositor, maestro e um dos grandes mestres da Escola de Música (EM), é esmiuçada na edição de Concertos UFRJ que foi ao ar em 14 de fevereiro, produzida por Caetano Araújo, aluno do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ (PPGM). Resultado de um convênio da UFRJ com a emissora, a série Concertos UFRJ é veiculada toda segunda-feira, às 22h, pela rádio Roquette Pinto, na sintonia 94,1 FM. A condução do programa é de André Cardoso, docente da Escola e regente titular da Orquestra Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ).

 

Filho de um mestre de banda que o iniciou em vários instrumentos, José de Lima Siqueira nasceu em 1907, em Conceição, no Vale do Piancó, alto sertão da Paraíba. Durante sua juventude, atuou em bandas de música em cidades do interior nordestino. Em 1927, incorporado às tropas recrutadas para combater a Coluna Prestes é transferido para o Rio de Janeiro. No mesmo ano, ingressa no Instituto Nacional de Música, atual Escola de Música da UFRJ, onde estuda teoria musical com Paulo Silva, regência com Walter Burle-Marx, composição com Francisco Braga e piano com Luís Amabile. Tendo se formado com brilhantismo em composição e regência em 1936, um ano mais tarde obtém em concurso a cátedra de harmonia da mesma instituição.

 

Sua intensa atividade como regente e incentivador cultural começou no final dos anos 1930. Uma década depois, em 1940, Siqueira funda a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), a qual dirigiu por oito anos e teve papel importante na cena musical da então capital do país. Em 1946 cria a Sociedade Artística Internacional, que possibilitou a vinda ao Brasil de muitos regentes europeus e norte-americanos. Deve-se a ele também a Orquestra Sinfônica de Rio de Janeiro (1949), a Orquestra Sinfônica Nacional (1961), a Orquestra de Câmara do Brasil (1967), o Clube do Disco, a Ordem dos Músicos do Brasil (1960), além de ser um dos fundadores da Academia Brasileira de Música (ABM).

 

Como regente Siqueira conduziu orquestras importantes nos Estados Unidos, Canadá, França, Bélgica, Itália, Holanda e União Soviética. Em 1954 viaja a Paris para aperfeiçoamento, tendo estudado com Messiaen, Aubin Bigot e Chailley, e frequentado cursos durante dois anos na Sorbone. Aproveitou a estadia na Europa para realizar concertos em vários países e divulgar a música brasileira, quase sempre ao lado da sua esposa, o soprano Alice Ribeiro.

 

O catálogo de obras de Siqueira inclui mais de 300 títulos, em quase todos os gêneros - óperas, cantatas oratório, canções, sendo, porém, sua produção mais numerosa a de natureza orquestral. São 119 peças conhecidas para essa formação, além de grande quantidade de partituras para instrumentos e música de câmara.

 

Siqueira começou a compor por volta de 1933, seguindo um estilo neoclássico, mas em 1943 inclina-se para o nacionalismo musical e se estabelece como um dos principais defensores dessa tendência, tendo feito estudos de campo no nordeste do Brasil, em particular sobre a música afro-brasileira da Bahia. A partir dos anos 1950, desenvolve uma produção mais sofistica, baseada no sistema a que deu o nome de tri-modal e no uso de escalas penta-tônicas da música popular do nordeste e afro-brasileira, bem como no aproveitamento sistemático dos ritmos, harmonias e melodias dessas fontes.

 

Essas duas vertentes – a folclórica nordestina e a afro-brasileira – marcarão a produção do compositor. Seus concertos para violoncelo e violino estão escritos segundo os modos da música popular do nordeste. A ópera cómica A Compadecida (1959), sobre versos de Gianfrancesco Guarnieri, utiliza temas da região. Ao mesmo tempo, obras de fôlego elaboram material dos rituais afro-brasileiros. É o caso da cantata negra Xangô e do oratório fetichista Candomblé em 13 partes para orquestra sinfônica, seis solistas, dois coros a seis vozes, coro infantil, orquestra de percussão e texto em ioruba.

 

José Siqueira publicou vários livros didáticos e de divulgação.

 

Em 1969, no do processo de endurecimento do regime militar que se seguiu ao AI-5, foi aposentado compulsoriamente em razão de suas convicções políticas. Proibido de lecionar, gravar e reger no Brasil encontrou abrigo na União Soviética, aonde conduziu várias vezes a Filarmônica de Moscou. Também foi em Moscou que boa parte de sua produção foi editada.

 

Faleceu aos 78 anos, na cidade do Rio de Janeiro, no dia 22 de abril de 1985.

 

As edições do programa Concertos UFRJ podem ser acompanhadas on line ou por meio do podcast (áudio sob demanda) da Roquette Pinto (FM 94,1). Contatos através do endereço eletrônico:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .



Programação de Fevereiro

 

Programa 28 – Dia 7 de fevereiro – A música da América Latina 1


Programa dedicado à música da América Latina abordando inicialmente o período colonial, com exemplos da produção musical das colônias espanholas em países como Argentina, Perú, Guatemala e México nos séculos XVII e XVIII.

 

  1. ANÔNIMO (Peru, séc. XVII) – “Hanacpachap cussicuinin” (A felicidade do céu) hino processional em língua quechua com o conjunto Agrupacion Musica e a direção de Enzo Gieco.
  2. Thomas de TORREJON Y VELASCO (Espanha, 1644 – Lima [Peru], 1728)– Vilancico “Quatro plumages ayrosos” com a Cantoria da Basílica de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Buenos Aires e a direção de Jesús Gabriel Segade.
  3. José OREJON Y APARÍCIO (Peru, séc. XVII e XVIII) – Vilancico “A la Concepción de Nuestra Señora” com a Cantoria da Basílica de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Buenos Aires e a direção de Jesús Gabriel Segade.
  4. Domenico ZIPOLLI (Roma [Itália], 1688 – Córdoba [Argentina], 1726) - Courante para cravo com Antonio Carlos de Magalhães.
  5. Tomas PASCUAL (San Juan [Guatemala], 1595-1630) – Vilancico “Hoy es dia de placer” com o conjunto Agrupacion Musica e a direção de Enzo Gieco.
  6. Rafael Antonio CASTELLANOS (Santiago [Guatemala] ?-1791) – Vilancico “Ausente del alma” com o grupo Chatam Baroque.
  7. Ignácio JERUSALEM (Lecce [Itália], 1707 – Nova Espanha [México], 1769) – “Dixit Dominus” com o conjunto Chanticler, a Chanticler Sinfonia e a direção de Joseph Jennings.
  8. Manuel de ZUMAYA (México, 1678-1755) – “Solfa de Pedro” (1715) com o conjnto Chanticler, a Chanticler Sinfonia e a direção de Joseph Jennings.
  9. Manuel de ZUMAYA (México, 1678-1755) – “Celebren Publiquem” com o conjnto Chanticler, a Chanticler Sinfonia e a direção de Joseph Jennings.

 

Programa 29 – Dia 14 de fevereiro – Grandes mestres da Escola de Música IV: José Siqueira.


Série que dedica um programa por mês a um antigo mestre da Escola de Música. O quarto programa, produzido por Caetano Araújo, aluno do Programa de Pós-Graduação em Música da UFRJ, será dedicado a José Siqueira (1907-1985) compositor paraibano cujas características sertanejas de sua obra trouxeram o nordeste para o centro da musica sinfônica brasileira.

 

  1. Segunda Cantiga para piano com Attilio Mastrogiovanni.
  2. Três Estudos para clarineta e piano com o clarinetista Paulo Passos e a pianista Sara Cohen.
  3. Duas canções: “Vadeia cabocolinho” com a soprano Lia Salgado e Alceo Bocchino ao piano, e "Madrigal" com a soprano Maria Lúcia Godoy e o pianista Murilo Santos.
  4. Primeiro movimento do Concerto para violino e orquestra com o violinista Oscar Borgerth, a Orquestra Sinfônica Nacional e a regência de José Siqueira.
  5. “Toada” para cordas com o Brasil Quarteto da Rádio Roquette Pinto (João Daltro de Almeida e José Alves da Silva nos violinos, Nelson de Macedo na viola e Watson Clis no violoncelo).
  6. “Canto do Tabajara” com a Orquestra Filarmônica Norte/Nordeste e a regência de Aylton Escobar.
  7. Recitativo, ária e fuga para violoncelo e orquestra de cordas com o violoncelista Fábio Presgrave como solista da Camerata Fukuda e a regência de Celso Antunes.

 

Programa 30 – Dia 21 de fevereiro – Especial Carlos Perez (violão)

 

Recital do violonista chileno Carlos Perez no festival “Violão: 30 anos na UFRJ”, gravado ao vivo no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ no dia 6 de outubro de 2010.

 

  1. J. S. BACH – Suíte BWV 1010 (Prelúdio, Alemande, Courante, Sarabande, Bouree 1 e 2 e Giga).
  2. Julio SAGRERAS – “La elegante” (gavota) e “El Chana” (tango).
  3. Antonio LAURO – Três peças: Valsa Venezuelana, Romanza e Pasaje Aragueno.
  4. ANÔNIMO – Quatro canções populares chilenas (arr: Carlos Perez): Tonada, Parabien, Entonacion e Cueca.
  5. Augustin BARRIOS – “Caazapa”.
  6. Antonio LAURO – “Seis por derecho”
  7. Abel FLEURY – “La flor de llanto”

 

Programa 31 – Dia 28 de fevereiro – Ópera “Rita” de Gaetano Donizetti

 

Legítimo exemplar do chamado bel-canto italiano a ópera cômica em um ato “Rita” de Gaetano Donizetti (1797-1848) foi escrita em 1841 mas estreada postumamente, em 1860 em Paris. A história gira em torno de uma espécie de triangulo amoroso inusitado entre Rita e seus dois maridos Gasparo e Beppe. A gravação ao vivo é com a soprano Adelina Scarabelli no papel de Rita, o tenor Pietro Ballo como Beppe e o barítono Alessandro Corbelli como Gasparo. A Orquestra de Câmara Siciliana é regida pelo maestro Federico Amendola.

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Última atualização em Seg, 14 de Maio de 2012 19:23
 
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