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Início Escola de Música na Imprensa “A nova OSB” protesta através da música
“A nova OSB” protesta através da música PDF Imprimir E-mail
Veículo: Jornal da ADUFRJ   
Ter, 10 de Maio de 2011

Matéria publicada na edição 704, 11 de maio de 2011, do Jornal da Adufrj, entidade representativa dos docentes da UFRJ, e replicada no site da entidade, sobre o concerto-manifesto dos músicos demitidos da OSN que se realizou no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música.

 

jornaladufrj-2011-05-11

 

 

"A nova OSB" protesta através da música


Concerto-manifesto na Escola de Música da UFRJ recebe mais de 600 pessoas

 

A Orquestra Sinfônica Brasileira esteve em destaque no mundo todo com a polêmica do tratamento do regente titular Roberto Minczuk aos músicos. Eles sofriam abusivos ataques dele a respeito de suas performances, inclusive com declarações públicas que denunciavam que eram chamados de “acomodados, incompetentes e indisciplinados”.

 

No dia 09/04, em meio a um concerto, Roberto Minczuk foi vaiado pela plateia por cerca de 20 minutos, e os membros da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, convocados para substituir músicos recentemente demitidos, retiraram-se do palco, inviabilizando o concerto. Minczuk, apoiado pela FOSB, impôs recentemente aos integrantes da OSB, que passassem por audições, como condição para garantir seus postos de trabalho. A divulgação das audições se deu no período de férias dos músicos e ao mesmo tempo se divulgou um programa de demissão “voluntária” e anúncios de provas nos EUA e Europa, com músicos locais, para preenchimento de postos de trabalho ainda ocupados pelos músicos brasileiros.

 

Por não se submeterem às tais avaliações propostas pelo regente, pois se sentiam humilhados, 36 dos 82 músicos da OSB foram demitidos por justa causa pela fundação que administra o corpo orquestral. A entidade, na primeira semana de maio, emitiu uma nota informando que as negociações com o grupo rebelado estavam definitivamente suspensas. Em resposta a isso tudo os músicos se organizaram e fizeram um Concerto-Manifesto na Escola de Música da UFRJ. O concerto, além dos 36 músicos, ainda recebeu 35 artistas convidados para o ato.Mais de 600 pessoas estiveram presentes no salão Leopoldo Miguez .

 

André Cardoso, diretor da Escola de Música, falou em entrevista à reportagem da Adufrj a respeito de tal situação: “A OSB respondeu de uma maneira não satisfatória, ao ponto que a situação culminou com a demissão dos músicos”.

 

Segundo ele, a Escola de Música teria um relacionamento histórico com a Orquestra: “A OSB, na verdade, nasceu dentro da Escola de Musica. Há 70 anos os músicos a criaram, eram todos daqui da Escola”, falou.

 

A Escola sediou o concerto e desde o início teria se posicionado em prol dos músicos: “A Escola já tinha se posicionado de maneira oficial, com um documento da congregação [leia aqui], que foi encaminhado ao presidente do conselho curador da OSB, condenando os procedimentos e atitudes e recomendando uma série de coisas”. Este documento está disponível na página da Escola de Música na internet.

 

André também lembrou que a Escola sempre foi uma instituição que forneceu músicos para a Orquestra: “Temos vários ex-alunos nossos, professores, técnicos, que participaram”. E afirmou: “Não havia como a Escola de Musica não se posicionar”.

 

Quando houve a demissão dos músicos, a Escola foi procurada por eles e pelo SindMusi para sediar o concerto: “Eu achei que deveria apoiá-los, pois não caberia outro posicionamento que não fosse ficar ao lado desses músicos demitidos por todos os absurdos que foram feitos”, defendeu.

 

Regente ataca formação dos músicos

 

Segundo o artigo de Mario Conte, diretor do Simproind (Sindicato dos Músicos Profissionais Independentes), Minczuk teria feito uma declaração pública sobre “não haver garantia de qualidade nos cursos oferecidos pelas escolas de música brasileiras”. Tal afirmação foi questionada por entidades internacionais, como a Organização de Orquestras Sinfônicas do Canadá, a Associação Regional de Músicos de Orquestra (ROPA, seção do sindicato nacional dos músicos dos EUA).

 

Elas frisaram que para se ter uma orquestra de excelência artística deve-se prover de boas condições de trabalho, melhoria dos salários, jornadas de ensaios compatíveis com a necessidade de formação individual (além da prática conjunta nos ensaios, músicos devem realizar a manutenção das técnicas, em suas “horas vagas”), recolhimento de INSS, FGTS e plano de saúde.

 

Sobre a afirmação de Miczuk, o diretor Cardoso também respondeu: “Essa não é a primeira vez que ele fala isso. É uma estratégia da parte dele falar tal coisa, desmerecendo os outros, se alegando como melhor”. Cardoso fez questão de abordar a excelência de muitos ensinos: “Na verdade, as escolas de música do Brasil contam no seu quadro docente com alguns dos melhores músicos brasileiros, gente que estudou no exterior, gente que não precisou ir para o exterior e hoje em dia tem carreira internacional. Isto é uma falácia. Ele não conhece o que é feito nas escolas de musica do Brasil para afirmar uma coisa dessas”, protestou.

 

O diretor também acredita que não se pode generalizar, pois se faz uma injustiça com muitas instituições que são referências no ensino, tais como a própria Escola de Música, e cita como exemplo também os Conservatórios do RJ, SP e Belo Horizonte. “Em nossa Escola, por exemplo, que é de nível superior, a gente conta que o aluno já tem uma formação prévia, adquirida com um professor particular, ou no conservatório”.

 

LEGENDA

 

Orquestra Sinfônica da UFRJ, julho de 2008

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