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Don Quixote na UFRJ PDF Imprimir E-mail
Veículo: Jornal do SINTUFRJ   
Dom, 08 de Maio de 2011

Matéria publicada na edição 951, do Jornal do SINTUFRJ, 9 de maio de 2011, sobre montagem da ópera Don Quixote de Telemann.

 


jornaldosintufej2011-05-09

 

Don Quixote na UFRJ

 

A ópera Don Quixote nas bodas de Camacho, de Telemann, será apresentada na Escola de Música, entre os dias 12 e 15 de maio, e também no Fundão, no dia 18. Pela primeira vez no Brasil, a apresentação faz parte de um grande projeto de extensão que envolve docentes, técnicos-administrativos e estudantes de três escolas da UFRJ.

 

Um projeto multidisciplinar de grandes dimensões, envolvendo docentes, estudantes e técnicos-administrativos das escolas de Música, de Comunicação e Belas Artes, que promete encantar a comunidade da UFRJ. É a montagem inédita no Brasil da ópera Don Quixote e as bodas de Camacho, de Georg Philipp Telemann, com direção musical e cênica dos professores Marcelo Fagerlande e José Henrique Moreira.

 

O entrelaçamento entre música, literatura e cenografia – característicos deste gênero de produção – foi o tema da mesa-redonda organizada em conjunto pelas escolas na Faculdade de Letras no dia 4, reunindo Marcelo Fagerlande, diretor musical da ópera, Álvaro Bragança, Tereza Cristina Meireles e Miguel Angel Zamorano, professores da Faculdade de Letras, que abordaram aspectos históricos e literários na conformação da obra que originou a ópera, Don Quixote de La Mancha, grande criação do espanhol Miguel de Cervantes.

 

O livro foi escrito em 126 capítulos, divididos em duas partes: a primeira, em1605 e a segunda, em 1615. Considerado por muitos como expoente da literatura espanhola, ele serviu de inspiração para peças de teatro, composições musicais, bailados e óperas ao longo dos séculos, e de obras de artistas como Pablo Picasso e Portinari.

 

A ópera, com base em dois desses capítulos, conta a história do casamento entre o rico Camacho e Quitéria e de Basílio, que ama a moça desde criança. A bela se casará com Camacho por sua riqueza; mas, iniciada a celebração, a noiva chora. Basílio interrompe a festa. Diz que está morrendo e faz um último pedido: que Quitéria se case com ele para que possa morrer em paz. Quitéria cumpre o último desejo do rapaz. Entretanto, subitamente Basílio recobra a saúde e diz que tudo foi um engano. Quixote diz que os céus uniram Basílio e Quitéria e que assim deveriam permanecer. Todos se unem em coro para celebrar o casamento.

 

Fagerlande, que divide a regência com Juliano Dutra, abordou a obra de Georg Philipp Telemann, um dos mais importantes compositores alemães, com uma grande produção musical em diferentes formas e estilos. E destacou a jovialidade de sua composição em 1761.

 

Ele explicou que o projeto reúne música, dança, teatro, e por isso a ópera é chamada um gênero completo, e insistiu para que a comunidade vá assistir. Segundo avalia, faz parte da formação do estudante ser o mais aberto possível a todas as formas de arte. Ele pede que, mesmo quem tem resistência ao canto lírico, que tentem entrar nesse universo, e explica que é como assistir a um balé ou ver uma instalação contemporânea pela primeira vez: “Tenham espírito aberto”, disse, lembrando que o Salão Leopoldo Miguez, recém-reformado, é lindíssimo.

 

Professora de Literatura Comparada, Tereza apontou as decorrência do triângulo amoroso e a dicotomia do ponto de vista social e financeiro apresentada na obra em que o homem rico compra a noiva e onde se destaca o traço da burla, quando o rapaz executa um estratagema para casar-se com a amada. Miguel Zamorano destacou a teatralidade dos capítulos que geraram a ópera, e o cuidado com a descrição dos figurinos, cenários, com danças de espadas e canto dos pastores.

 

O evento foi encerrado com a apresentação de uma ária da ópera, interpretada por Leandro Costa (que faz o papel de Sancho Pança), acompanhado por André Bukovitz no violino, Guilherme Barroso no alaúde e Eduardo Antonelo na viola da gambá. Isso em pleno auditório G1 da Faculdade

de Letras.

 

 

Créditos da foto: Adufrj 

 

Legenda da foro: MESA redonda discutiu as várias faces na conformação de uma ópera: literatura, música e cenografia.

 

Legenda da imagem: MUITOS ARTISTAS, como Portinari, foram inspirados pela história de Don Quixote, o pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão após ler muito romances de cavalaria –, que pretende imitar seus heróis em companhia de Sancho Pança, fiel companheiro, que tem visão mais realista.

 

Apresentações

 

Maio

Dias 12 e 13, às 19h; dia 14, às 16h e dia 15, às 11h, no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ

Dia 18, às 12h30, no Auditório Horta Barbosa, no Centro de Tecnologia, Fundão

Dia 26, às 19h, no Teatro Municipal Trianon em Campos

 

Junho

Dia 2, às 20h, no Teatro Municipal de Niterói

Dia 16, às 16h, no Theatro D. Pedro, em Petrópolis

 

 

Técnicos-administrativos são fundamentais


A ópera, com duração de uma hora, será apresentada por uma formação de câmara, com vinte músicos da Orquestra Sinfônica da UFRJ, coro com oito integrantes e sete cantores-estudantes da Escola, que interpretarão os personagens.

 

José Mauro Albino, produtor da ópera e profissional da Escola de Música, apontou a natureza multidisciplinar do projeto, que conta com a participação de professores, técnicos-administrativos e estudantes da Escola de Música, da Direção Teatral da Escola de Comunicação, responsável pela direção cênica, da Escola de Belas Artes, na criação dos figurinos e cenário.

 

José Mauro lembra que o Fundão já foi palco de algumas pequenas montagens. Mas a encenação de uma ópera de uma hora de duração com acompanhamento da Orquestra Sinfônica e do Coro da UFRJ será também a primeira vez.

 

O violinista André Bukovitz é um dos técnicos-administrativos que atuam na montagem. Ele ingressou nos quadros de servidores da UFRJ em 2005. Fez a graduação em 1999 na Escola de Música e atualmente é aluno de mestrado. “Acho muito interessante esse projeto integrado com professores, alunos e funcionários. Além de tudo, ainda há a interação de várias unidades”, comenta.

 

A cravista Clara Fernandes trabalha acompanhando os alunos no ensino e nas provas, mas também atua em peças e óperas do repertório barroco, em geral. Ela foi convidada por Fagerlande para integrar a montagem da ópera como cravista na apresentação e, além de nos ensaios, vai participar das récitas.

 

Ela aponta a importância do papel dos técnicos-administrativos, nas atividades de ensino e extensão. Os músicos compõem as orquestras, mas também acompanham os alunos nas aulas, dando suporte ao ensino: “É uma superoportunidade para a Escola que a ópera seja montada, com instrumentos de época, como alaúdes e teorbas. É uma oportunidade para que as pessoas conheçam o repertório deste período Barroco”, diz Clara, que acha interessante o intercâmbio entre as áreas da UFRJ e a valorização dos estudantes, que são os solistas nesta montagem

 

Legendas das Fotos:

 

CLARA FERNANDES, cravista, estará presente.

 

O VIOLINISTA André Bukovitz também atua na montagem.

 

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