Orquestra Juvenil

Orquestra Juvenil

Institucional >> Conjunto Estáveis

Em funcionamento desde 1995...

A Orquestra Juvenil da UFRJ foi criada pelo maestro André…

More...
Violões da UFRJ

Violões da UFRJ

Institucional >> Conjunto Estáveis

Repertório dedicado ao violão brasieliro...

Formado em 2003 a partir…

More...
Trio UFRJ

Trio UFRJ

Institucional >> Conjunto Estáveis

Grande abrangência de repertório e atuação...

Reconhecendo afinidades de concepções musicais e técnicas,…

More...
Concertos UFRJ

Concertos UFRJ

Toda segunda, às 22h, temos encontro marcado na FM 94,1

More...
Brasil Ensemble - UFRJ

Brasil Ensemble - UFRJ

Institucional >> Conjunto Estáveis

Mais de uma década se apresentando em importantes salas de concertos...

Criado em outubro de 1999, o conjunto vocal Brasil…

More...
Série Talentos UFRJ

Série Talentos UFRJ

Institucional >> Séries Temáticas

Divulgando a pluralidade da produção artística da Escola de Música

Foi criada em…

More...
Frontpage Slideshow | Copyright © 2006-2010 JoomlaWorks, a business unit of Nuevvo Webware Ltd.
Início Concertos UFRJ Bandolim na música de concerto
Bandolim na música de concerto PDF Imprimir E-mail
Conhecido no Brasil como instrumento típico do choro o bandolim possui um grande repertório na música de concerto. Compositores como Vivaldi, Mozart e Beethoven escreveram obras para bandolim. Aproveitando a recente criação do bacharelado em bandolim vamos conhecer obras originais com acompanhamento de piano e concertos com orquestra de diferentes compositores, além de mostrar a diversidade de instrumentos. O convidado do programa é o bandolinista Paulo Sá, professor da Escola de Música.
Escrito por SeTCOM   
Dom, 28 de Novembro de 2010 21:00

O bandolim e seu repertório de concerto que remonta ao período barroco, mas que é hoje, infelizmente, pouco conhecido, foi o tema de Concertos UFRJ de 29 de novembro. Apresentado por André Cardoso, diretor da EM e regente titular da Orquestra Sinfônica da UFRJ, o programa radiofônico é resultado de uma parceria da Escola de Música (EM) com a Roquette Pinto e vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, na sintonia FM 94,1. Como convidado, a edição contou com a participação de Paulo Sá, bandolinista e docente do recente bacharelado no instrumento da EM.

 

 

podcast

Ouça aqui o programa: 

Toda segunda-feira, às 22h, tem "Concertos UFRJ" na Roquette Pinto FM. Sintonize 94,1 ou acompanhe pela internet!

Programas anteriores podem ser encontrados na seção Concertos UFRJ.
A origem do bandolim remonta ao séc. XVI, no sul Itália, região de grande influência árabe, e onde, muitas vezes, sucedeu o alaúde. O bandolim apresenta diversas formas, já que cada cidade da península acabou desenvolvendo uma configuração própria, que se diferenciava das demais, pela forma, número e qualidade das cordas e afinação adotada.

 

A maioria dos autores situam as raízes históricas do bandolim no rabât árabe, bem como na mandora medieval e renascentista. Comumente se distingue dois grupos do instrumento, cada um deles com forma, afinação, técnica de execução e história musical distintas. O bandolim lombardo, milanês, barroco, para o qual Vivaldi (1678-1741) teria composto concertos, é similar a um pequeno alaúde com seis pares de cordas de tripa e, tal como ele, predominantemente tocado com os dedos, sendo que a técnica da execução com palheta somente foi incorporada na segunda metade do séc. XVII e inícios do séc. XVIII. O tipo napolitano, que deu origem ao bandolim contemporâneo, com quatro pares de cordas, designa mais propriamente um instrumento desenvolvido em meados do séc. XVIII.

 

O Bandolim ganhou lugar na música popular nos Estados Unidos, na América Latina e no Japão. No Brasil, o instrumento chegou através de Portugal, onde tem uma longa tradição, e se adequou particularmente bem aos grupos de choro e a outras formações.

 

Além de Vivaldi, já mencionado, alguns dos mais importantes compositores da história da música de concerto escreveram para o instrumento, o que é em geral pouco lembrado. Essa nobre linhagem inclui nomes do calibre de Haendel (1685-1759), Mozart (1756-1791), Paisiello (1740-1816), Beethoven (1770-1827), Verdi (1813-1901). No século séc. XX o bandolim foi inserido na formação orquestral por Mahler (1860-1911) em sua 7ª e 8ª Sinfonias e em A Canção da Terra, Schönberg (1874-1951), em sua Serenata Op.24 e Variações Orquestrais Op.31, Webern (1883-1945), em Cinco Peças Orquestrais, Henze (1926), em König Hirsch, e Stravinsky (1882-1971), em Agor.

 

Entre os grandes compositores brasileiros, merece destaque Radamés Gnattali (1906-1988) que escreveu para o instrumento. Cabe mencionar, entretanto, como lembra Paulo Sá, que o bandolim brasileiro, embora com a mesma afinação do bandolim napolitano, possui um formato diferente, que sugere muito a guitarra portuguesa e permite uma sonoridade mais brilhante.

 

As edições do programa Concertos UFRJ podem ser acompanhadas on line ou por meio do podcast (áudio sob demanda) da Roquette Pinto (FM 94,1). Contatos através do endereço eletrônico: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

 

Compartilhe este artigo:

Última atualização em Seg, 14 de Maio de 2012 20:22
 
Banner
Produção artística Séries Temáticas Conjuntos estáveis Espaços culturais Biblioteca Museu Laboratórios Publicações e CDs EM na Imprensa Sites de Música Galeria de Imagens Registro Autoral

Powered by JoomlaGadgets

© 2010-2017 Escola de Música - UFRJ
Site desenvolvido pelo Setor de Comunicação da EM/UFRJ
TOPO