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Início Outras notícias... Novos horizontes para a Escola de Música
Novos horizontes para a Escola de Música PDF Imprimir E-mail
Escrito por Meri Toledo Fraga   
Dom, 02 de Agosto de 2015 17:58

Nas entrevistas realizadas com o Diretor dos Cursos de Graduação e Licenciatura, Diretor de Extensão e Coordenadora do Curso de Musicalização Infantil da Escola de Música da UFRJ, foram três as razões que indicaram um período de significativo desenvolvimento, na gestão da Professora Maria José Chevitarese e de sua Vice-Diretora, Professora Andrea Adour.

 

  Foto: Rafael Reigoto
 
   

Uma encontra-se apoiada na esperança expressa pelos entrevistados de que, a gestão do Reitor de nossa Universidade, Professor Roberto Leher, dará a Escola de Música o valor que lhe é devido. A outra advém da certeza de que, depois das duas gestões do Maestro André Cardoso, estão hoje perpetuadas na normalidade institucional o planejamento e execução das atividades futuras de Ensino, Pesquisa e Extensão, bem como o total apoio às que já foram implantadas, como explicou o Diretor dos Cursos de Graduação e Licenciatura, Professor Celso Ramalho.

 

A terceira razão, para que se possa crer num período de significativas realizações futuras, deve-se ao fato de estar estabelecida a defesa incondicional do ensino público, gratuito e de qualidade, nas propostas de trabalho das citadas Direções e na da Coordenação de Musicalização Infantil.

Nesse sentido, o Diretor de Extensão, Professor Ronal Silveira, e a Coordenadora do Curso de Musicalização Infantil, Professora Aline Silveira, em oposição à corrente que abarca um dos objetivos do governo que é o de incluir mais pessoas nas universidades sem que se cuide dos processos de aprendizagens anteriores, apresentam a proposta da abertura de um Curso de Preparação ao Teste de Habilitação Específica– THE.

Explicam que esta proposta foi, inicialmente, fruto de estarem atentos à indissociabilidade do tripé universitário Ensino, Pesquisa e Extensão. E que a esta razão foi agregada a não indiferença à demanda social oriunda de jovens com 18 anos ou mais que precisam e querem ser aprovados no Teste de Habilitação Específica, para que possam ingressar em um dos cursos de Graduação ou Licenciatura da Escola de Música, mas que não se enquadram no perfil intitulado de "aluno UFRJ." Ou seja, aquele aluno que, paralelo a sua matrícula no ensino regular, cursa também a Musicalização Infantil, o Curso Básico e o Curso Intermediário na Escola de Música.

Para consolidação desta meta, fizeram saber que, pretendem realizar reuniões com as chefias dos departamentos e respectivos docentes, com vista a apresentar o todo da Extensão da Escola de Música, bem como buscar apoio para desenvolvimento de suas propostas, na medida em que o conteúdo da Resolução nº 4 de 2014 do CONSUNI- Conselho Universitário da UFRJ-, mesmo preservando "o procedimento da etapa do Teste de Habilitação Específica," prevê que "a seleção terá como critério de classificação a nota obtida no ENEM pelo candidato".

Dentre outras propostas de trabalho dos Professores Ronal Silveira e Aline Silveira, merece também destaque a proposta de ampliação de vagas para as aulas de instrumentos no Curso Básico e no Curso Intermediário. Nesta proposta se congrega também a formação pedagógica aos graduandos da Escola de Música, através da vivência em sala de aula (estágio e monitoria).

No elenco das ações que serão tomadas em caráter de urgência, está a adequação do Edital dos Cursos de Extensão da Escola à realidade atual. Isto porque, muitos alunos que terminam o Curso Básico não podem ingressar no Curso Intermediário, uma vez que uma das exigências atuais para o ingresso neste curso é a idade mínima de 16 anos. Assim, levando em consideração o fato de existirem muitos alunos que, por iniciar os estudos musicais aos seis anos de idade, ficam impedidos de prosseguir seus estudos, os Professores Ronal e Aline decidiram por bem ajustar o Edital a esta e outras questões que se fizerem necessárias.

Quanto à implantação de um curso para atender adultos e pessoas da terceira idade que, igualmente, faz parte do elenco das propostas de trabalho destes professores, esta ação, seguramente, deve ser creditada ao democrático propósito de transferir parte do conhecimento que é produzido na Escola de Música, àqueles que não tiveram oportunidade de acesso ao ensino musical.

Ao destacar a normalidade institucional recuperada na Escola, o Diretor dos Cursos de Graduação e Licenciatura, Professor Celso Ramalho, fez uma ligação entre a Unidade que ele representa e o fato de a UFRJ ter sido constituída, a partir da junção de unidades de ensino superior, antes autônomas.

Lembrou que este processo que terminou por unir o que antes se encontrava isolado num único centro de estudos, de pensamentos, de pesquisas e de produção de conhecimento, antes de ser consolidado, conteve controvérsias acerca dos mais diferentes assuntos.

E que, de certa forma, esses debates que terminaram por constituir uma tradição na UFRJ, também tomaram forma na Escola de Música, através da falsa dicotomia entre a teoria e a prática; na inconsistente contradição entre o erudito e o popular; na abordagem técnico-instrumental da música até o sistema de representação histórico-social do fenômeno musical; e, ainda, na inversão do suporte escrito como definidor das possibilidades de realização musical.

Contudo, mesmo que, eventualmente, esses debates venham à tona de forma ortodoxa, incidindo em projetos políticos e pedagógicos, como já aconteceu algumas vezes, pelo fato de a Unidade possuir um quadro de docentes que desenvolvem seus respectivos trabalhos fundamentados em documentos, pesquisas, reflexões da área de conhecimento, e, também, em vontade política, invariavelmente, os diferentes pontos de vista se convergem para a materialização de projetos que privilegiam a conciliação e a vocação da Escola que é a de abrigar ideários tão distintos.

Por confiar nos benefícios desta sempre conquistada normalidade institucional e, guiado pela certeza de que, não como idênticos ou iguais e, sim, como coparticipes da produção de conhecimentos, Celso Ramalho disse da necessidade do sentimento de pertencimento à esta Unidade Acadêmica estar presente no dia–a–dia de todos, sejam estes músico, pianista acompanhador, docente, técnico administrativo, discente e extensionista pesquisador, objetivando as renovações que se fazem necessárias nesta gestão, em razão das demandas discentes, docentes e do mercado de trabalho para o músico brasileiro, sem que se perca de vista a preservação secular das tradições da Unidade.

Além da exigência de melhoria das condições físicas das salas de aulas, dos espaços destinados à administração e da manutenção dos instrumentos musicais, foram por ele incluídas no quadro das renovações as medidas, a seguir, expostas.

Criar sistemáticas de registro e atualização das atividades artísticas, de pesquisa e de extensão de todos os docentes e discentes relacionadas à atuação no ensino da graduação. Sobre esta proposta de trabalho, informou que já foram feitos alguns levantamentos e que conta com o auxílio da comunidade para apontar lacunas e pensar soluções.

Dinamizar e descentralizar a Secretaria de Graduação através de meios eletrônicos e com a participação ativa de professores orientadores, coordenadores de cursos, em consonância com os chefes de departamentos.

Fez saber que, em virtude da legislação que orienta os Cursos de Graduação em Música, bem como o de Formação de Professores terem sofrido alterações, terá início, ainda neste mês de agosto, o processo de reformulação de todos os currículos da Escola.

No que se relaciona ao que identifica a atual equipe que irá administrar a Escola de Música, até 2019, disse que: "queremos envolver toda a comunidade sob a égide da re-união, isto é, sob o escudo de Palas Atena que simboliza proteção". E disse acreditar que "com este amparo e proteção, a Escola poderá se apropriar daquilo que a "todos dignifica: a unidade com a permanência da diferença. Ou seja, sem a anulação dos opostos".

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Última atualização em Ter, 04 de Agosto de 2015 09:20
 
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