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Concertos UFRJ: A Viúva Alegre, de Franz Lehár

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“A viúva alegre”, opereta de Franz Lehár, que será encenada no Theatro Municipal do Rio entre os dias 28 de novembro e 9 de dezembro, é a atração desta semana de Concertos UFRJ ? programa radiofônico resultado de uma parceria da Escola de Música (EM) com a Roquette Pinto. Com produção e apresentação de André Cardoso, docente da EM, a série vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, na sintonia 94,1 FM.

 

Mais famoso título do compositor austro-húngaro Franz Lehar que nasceu em 1870 em uma província que pertence hoje a Eslováquia, “A viúva alegre” foi escrita em 1905, a partir de libreto de Victor Leon e Leo Stein, e subiu à cena pela primeira vez no mesmo ano. A estreia aconteceu no “Theater an der Wien”, em Viena, em 30 de dezembro de 1905, com Mizzi Günther como Hanna, Treumann Louis como Danilo, Natzler Siegmund como o Barão Zeta e Wünsch Annie como Valencienne. Foi o primeiro grande sucesso do compositor.

podcast

Ouça aqui o programa: 

Toda segunda-feira, às 22h, tem "Concertos UFRJ" na Roquette Pinto FM. Sintonize 94,1 ou acompanhe pela internet!

Programas anteriores podem ser encontrados na seção Concertos UFRJ.
     

Em adaptação para o inglês escrita por Basil Hood e com letra de Adrian Ross, tornou-se a grande sensação da temporada 1907 em Londres, chegando a 778 récitas. No mesmo ano, alcançou 416 apresentações na montagem da Broadway. A partir de então se tornou uma das operetas de maior sucesso da história e, talvez, a mais encenada em todo o mundo, com pelo menos três versões para o cinema.

 

Dividida em três atos, a história se passa em Paris, no início do século XX. Hanna Gláwari é a viúva de um banqueiro, tendo herdado ernorme fortuna. O Barão Mirko Zeta, que é embaixador do pequeno Pontevedro, país natal da rica senhora, organiza uma recepção na embaixada em Paris e a convida. Teme que ela gaste em Paris tudo que possui ou caia nas mãos de um usurpador, o que levaria à falência o principado.

 

Para que a fortuna não se disperse, é preciso que um pontevedriano case com ela. Tarefa perfeita para o sedutor Conde Dánilo Danílovitsch, diplomata conterrâneo que também se encontra em Paris. Os dois haviam se apaixonado no passado, mas foram proibidos pelo pai do Conde, que não aceitava a origem humilde de Hanna.

 

Depois de reencontrá-lo na recepção, a viúva convida Danilo para uma festa à fantasia em sua residência na noite seguinte. Mas, surpreendendo a todos, apresenta o jovem parisiense Camille de Rosillon, como seu futuro marido. O Conde não se conforma e se refugia na boate Maxim’s, onde pretende afogar as mágoas em muita champanhe e na companhia das belas dançarinas.

 

O anúncio é, porém, uma farsa montada para evitar que o Barão Mirko Zeta desconfie de sua esposa Valencienne, que mantém um caso com Camille. Para colocar as coisas nos seus devidos lugares Hanna e Valencienne chamam as dançarinas do Maxim’s. O Conde encontrando a boate deserta retorna para a festa, onde Hanna esclarece a confusão. Os dois confessam amor mútuo e decidem casar para alegria de todos e a salvação das finanças de Pontevedro, um país tão pequeno que não pode ser encontrado em mapa algum.

 

A gravação veiculada conta com soprano Felicity Lott e o barítono Thomas Hampson como Hanna e Danilo. Elzbietta Szmytka é Valencienne, John Aller responde pelo papel de Camille e Robert Poulton pelo do Conde Mirko Zeta. A Orquestra Filarmônica de Londres é dirigida por Franz Welser-Möst.

 

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As edições dde Concertos UFRJ podem ser acompanhadas on line ou por meio do podcast, audio sob demanda, da rádio Roquette Pinto. Contatos através do endereço eletrônico: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

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