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Violões mágicos PDF Imprimir E-mail
Veículo: O Fluminense   
Qua, 20 de Junho de 2012

Matéria publicada em O Fluminense, em 20/06/2012, sobre ciclo violonístico que homenageia Leo Sorares, docente da Escola de Música.

 

ofluminemse-2012-06-20

 

Violões mágicos


Sexta edição do ‘Ciclo Violonístico’ presta homenagem ao professor Leo Soares, da UFRJ


LUCIANA AZEVEDO

 

Um festival onde o maior protagonista é o violão. Essa é a proposta do Ciclo Violonístico, que chega a sua sexta edição e acontece de hoje até domingo, dia 24, no palco do Teatro Municipal de Niterói, no Centro. Coordenado por Paulo Targino e Gustavo Morsch, a festa, que já virou tradição no País, reúne grandes nomes da música mundial. Entre eles, Eduardo Fernández, Yarnandú Costa, Vicente Paschoal, Jorge Caballero e Duo Siquera Lima. E como é de costume, todos os anos o evento homenageia um personagem que tenha contribuído para a história do violão. Em 2012, o grande homenageado é o professor e decano da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Leo Soares. “Sinto-me profundamente lisonjeado e, sinceramente, não sei se sou merecedor de tal honraria. O Ciclo Violonístico é da maior importância e posiciona Niterói no conceito de excelência, no que diz respeito à divulgação da arte musical e, como tenho constatado, em geral”, afirma Leo Soares.

 

O evento abre com o violonista uruguaio Eduardo Fernández. Ele vai apresentar um repertório que tem Carlos Chávez, Manuel M. Ponce e os 12 Estudos, de Heitor Villa-Lobos. Yamandú Costa comanda a segunda noite do evento com uma programação mais autoral. Entre as suas composições, Mafuá, Choro Loco e Ana Terra. O terceiro dia do festival pertence ao carioca Vicente Paschoal. Ele mostra músicas de Astor Piazzolla e Luis de Narvaez. O violonista Jorge Caballero faz show na noite de sábado. Em seu repertório, músicas como as Cinco Peças, de Isaac Albéniz. O festival é encerrado pelo Duo Siqueira Lima, que é formado pela uruguaia Cecília Siqueira e pelo mineiro Fernando Lima. No programa da dupla, composições de Enrique Granados e Dominguinhos. “A seleção dos intérpretes convidados representa a nata dos violonistas atuais. Considerados internacionalmente, possuem uma eloquência interpretativa e vivência musical por vezes destoantes de seus anos de vida. É o caso, por exemplo, do Duo Siqueira Lima. Segóvia, nosso grande mestre afirmava que se necessitaria alcançar os 40 anos para se tornar, verdadeiramente, um intérprete. Deve haver se esquecido de lembrar eventuais exceções”, avisa o homenageado, que ainda fala de sua relação com os músicos do Ciclo. “São as melhores possível. Eduardo Fernández Odela é um amigo de muitos anos, Jorge Caballero e o duo Siqueira Lima, assim como Eduardo Fernández, participaram de nosso último Festival Internacional de Violão , em novembro último, na Escola de Música da UFRJ.  Quanto ao Yamandu, é o que tenho menos contato, questão que se corrigirá em breve”, conta.

 

Sobre o artista – A primeira manifestação pela música aconteceu aos três anos e meio de idade, em 1947. Leo Soares sensibilizou seus pais para apoiá-lo. Foi contratada para orientá-lo a professora austríaca Helena Polac, violinista e pianista, da tradicional Escola Vienense de Música. Ao luthier Guido Pascolli encomendou-se um violino sob medida, que o possui até hoje, fabricado com madeira do antigo Teatro Lírico. Estudou regularmente o instrumento até 1955, quando então sua irmã, que estudava piano, desistiu do instrumento levando-o a desistir também.

 

De 1955 a 1958, período em que permaneceu sem orientação profissional, fez incursões por conta própria por outros instrumentos até que, influenciado pelas interpretações do violonista Luís Bonfá, resolveu dedicar-se novamente ao instrumento. Procurado por interessados no instrumento, deu aulas particulares até que, em 1964, foi convidado a compor o quadro de professores dos Seminários de Música Pro-Arte, onde permaneceu até 1990. Lecionou por diversas escolas e, de 1964 a 1990, apresentou-se como concertista solo e camerístico.

 

Leo Soares ingressou na Escola de Música da UFRJ em 1986, como professor visitante, passando para o quadro de professor efetivo, através de concurso em 1994 e ainda se encontra em atividade. Lecionar, para o violonista, é urna paixão. “Sem dúvida, trata-se de grande paixão. A prova disto é que sacrifiquei algumas coisas na vida em função deste atendimento como, por exemplo, a carreira de concertista em pleno auge, com criticas muita satisfatórias”, declara ele, que dá dicas para quem deseja ingressar no universo dos violonistas.

 

“Em primeiro lugar, tem que ter o dom. Uma vez o possuindo, manter a constância no estudo e não preocupar-se em tocar como fulano ou beltrano. Sofrer influências é inevitável mas, diferente de querer copiar a seu ídolo, perdendo a possibilidade de adquirir o que é de mais importante, sua personalidade interpretativa. E, não menos importante, um professor que saiba orientá-lo com correção e interesse, preparado par esta função”, explica o professor.

 

SERVIÇO: Para quem deseja conferir o festival, o Theatro Municipal de Niterói fica na Rua XV de Novembro, n° 35, no Centro de Niterói. Ingressos a R$ 20 (inteira) e RS 10 (meia). Horário: 20 horas. Mais informações pelo telefone 2620 1624.

 

Foto:

Créditos: Divulgação

Legenda: Leo Soares é homenageado no evento apoiado pela Prefeitura, Secretaria e Fundação de Arte de Niterói.

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