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Início Escola de Música na Imprensa Órgão da UFRJ, o maior do Rio, é restaurado
Órgão da UFRJ, o maior do Rio, é restaurado PDF Imprimir E-mail
Veículo: O Estado de São Paulo   
Seg, 12 de Março de 2012
Matéria publicada na edição de  12/03/2012 de O Estado de São Paulo, e replicada, com pequenas modificações, no site do jornal, sobre a restauraçãodo órgão Tamburini da Escola de Música.

 

jormalestadodesaopaulo-2012-03-12

 

Órgão da UFRJ, o maior do Rio, é restaurado

Instrumento, com 6 mil tubos, será reinaugurado em recitais e se tornará o melhor do País

Paulo Saldaña

 

O órgão de 6 mil tubos da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o maior do Rio e quinto do País, voltará à cena no próximo mês. O instrumento passou os últimos dois anos por um minucioso restauro. Agora, está na fase final de afinação e uma sequência de quatro recitais, entre 10 e 20 de abril, vai marcar sua reinauguração – que o colocará como o melhor do Brasil.

 

O instrumento reina ao fundo do palco da Sala Leopoldo Miguez, que fica na escola, no bairro da Lapa, centro do Rio. Os 160 tubos da fachada, alinhados em sete torres, emolduram a grande estrutura acústica de madeira de 80 metros quadrados onde estão os milhares de tubos, de inúmeros tamanhos e espessuras.

 

Construído na Itália pela G. Tamburini, fábrica responsável pelo instrumento do Vaticano, o órgão foi inaugurado em 1954. Típico de igrejas, é o único em atividade em uma sala de recitais – o Theatro Municipal de São Paulo tem um da mesma marca, mas que está abandonado.

 

Outra característica o torna especial: está dentro de uma escola. “As nossas atividades artísticas são fruto do trabalho acadêmico, com concertos e apresentações de alunos e professores”, explica o diretor da Escola de Música da UFRJ, o regente André Cardoso. “Essa escola é a mais antiga do Brasil e foi a primeira a ter curso de órgão, ainda no século XIX.”

 

A história da escola remete ao Império, com a criação do Conservatório de Música em 1848. Incorporada em 1931 à universidade, oferece cursos para o instrumento em vários níveis, desde a iniciação até a pós-graduação. “O bacharelado em música, com habilitação em órgão, tem cerca de dez alunos. Não é um instrumento tão popular quanto o piano”, diz Cardoso.

 

A impopularidade em números de adeptos é inversamente proporcional à sua importância para a música. Já foi descrito como o “rei dos instrumentos” pela grandiosidade sonora. Era considerado o objeto mais complexo do mundo antes da revolução industrial pelo gigantismo, estrutura e inúmeras combinações de timbres. Peculiaridades que pedem manutenção rigorosa e especializada, favorecendo o abandono pelo qual foi vítima o G. Tamburini da escola do Rio.

 

Renascimento. A tarefa de restauro coube à Família Rigatto, de São Paulo, que mantém uma relação com o instrumento de mais de 40 anos. O patriarca José Carlos Rigatto o restaurou em 1968 e manteve-o ao longo de 20 anos, época em que foi tocado por lendas como o alemão Karl Richter (1926-1981). Mas o tempo fez seu estrago.

 

“Estava tudo deteriorado, tinha ninhos de cupim, tubos estavam amassados, havia caído água”, lembra Márcio Rigatto, responsável pelo atual restauro ao lado do irmão Daniel. Eles são filhos de José Carlos.

 

A reforma só foi possível por fazer parte de um projeto de restauração de toda a escola, cujo prédio é tombado pelo patrimônio histórico. Desde 2003, foram gastos R$ 3 milhões, cerca de R$1 milhão apenas no instrumento.

 

Os irmão tiveram de reconstruir algumas partes do órgão, como o console onde ficam os quatro teclados e botões de timbres. “O acabamento é todo arredondado, em rádica. É um luxo, como um painel de Rolls Royce.” Parte dos trabalhos foram realizados na fábrica da família.

 

As apresentações de abril contarão com Alexandre Rachid, professor de órgão da escola, e com uma veterana: Getrud Mersiovsky, professora de unia geração de organistas brasileiros, como o próprio Rachid, também se apresenta.

 

Legenda:

Afinados. Os músicos Rachid e Cardoso, da escola da UFRJ, e os irmãos Rigatto.

 

PASSO A PASSO

• Em agosto de 2011, o 'Estado' acompanhou restauro em São Paulo. O organeiro Márcio Rigatto trabalhou no console.
• Muitos dos 6 mil tubos do instrumento da escola foram reformados ou trocados. Na foto, Daniel Rigatto regula os tubos feitos na fábrica.
• Foram necessários seis viagens de caminhão para transportar todas as peças de São Paulo para o Rio.

 

Fotos:

Fábio Motta/AE

 

Algumas retificações. O órgão Tamburini não tem 6 mil tubos, mas 4.620. O custo da restauração não foi R$1 milhão, mas menos de R$ 800 mil. O instrumento não esteve abandonado, várias vezes foi objeto de manutenção a cargo da mesma firma que executou a restauração. (NE)

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Última atualização em Qua, 14 de Março de 2012 23:53
 
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