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Início Concertos UFRJ O universo das Aberturas em Concertos UFRJ
O universo das Aberturas em Concertos UFRJ PDF Imprimir E-mail
Obras de Telemann, Berlioz, Verdi e Brahms servem para mostrar a variedade de significados que os compositores atribuem ao termo “abertura”.
Escrito por SeTCOM   
Ter, 24 de Janeiro de 2012 08:53

A partir de obras de Telemann, Verdi, Berlioz e Brahms a edição desta semana de Concertos UFRJ desvenda o mundo das aberturas, termo usado para nomear um leque bastante amplo de composições musicais. Resultado de um convênio da UFRJ com a Roquette Pinto, o programa vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, na sintonia 94.1 FM, sob o comando de André Cardoso, regente titular da OSUFRJ.

podcast

Ouça aqui o programa: 

Toda segunda-feira, às 22h, tem "Concertos UFRJ" na Roquette Pinto FM. Sintonize 94,1 ou acompanhe pela internet!

Programas anteriores podem ser encontrados na seção Concertos UFRJ.

 

Telemman

O uso mais comum do termo é, sem dúvida, o de uma partitura escrita como introdução a uma peça coral ou dramática de grande porte. Antes que se estabelecessem os rituais atuais de escuta, que exigem silêncio da plateia desde os primeiros acordes, a abertura indicava o início do espetáculo e funcionava como alerta para o público ocupar os assentos.  

No barroco, sobretudo na Alemanha, ela possuía ainda outro significa e indicava também uma suíte orquestral, que reunia vários movimentos de dança com ritmos e andamentos contrastantes.  É o caso da Suíte em Ré Maior de Georg Philipp Telemann (1681-1767), um dos mais profícuos e importantes compositores de todos os tempos. São sete movimentos: Prelúdio, Bourée, Loure, Rondó, Escocesa, Minueto e Giga. A interpretação, a de Trevor Pinnock conduzindo The English Concert.
Verdi

Em todo caso, o termo é mais comumente aplicado a uma peça orquestral que “abre” uma ópera, também conhecida como prelúdio ou sinfonia. A duração varia muito e pode estar ligada ou não ao conteúdo melódico da ópera e usar algumas de suas passagens. O programa destacou a conhecida abertura de A Força do Destino (La Forza del Destino), escrita por Giuseppe Verdi (1813-1901) em 1861 com base em um drama espanhol.

A partitura foi revisada diversas vezes até a versão considerada padrão, que subiu ao palco do La Scala, Milão, em 1969. Para a ocasião, Verdi acrescentou esta famosa abertura em substituição ao breve prelúdio das elaborações anteriores. Designada como “sinfonia”, acabou ganhando autonomia e entrando para o repertório das orquestras sinfônicas como peça de concerto. A interpretação veiculada foi a da Filarmônica de Viena com a regência de Giuseppe Sinopoli.
 
Berlioz

Os compositores também costumam chamar de abertura uma forma que se aproxima do poema sinfônico, peça orquestral escrita em movimento único e composta a partir de um roteiro literário. É o caso de “O Corsário”, uma das sete aberturas de concertos de Hector Berlioz (1803-1869).

Não se conhece muito bem sua gênese, mas, escrita em 1944, foi executada pela primeira vez em 1845 como “La Tour de Nice”, o que faz pensar que tenha relação com as estadas de Berlioz naquela cidade. Num catálogo de 1846, aparece com o nome de “Le Corsaire rouge”, título francês de um romance de Fenimore Cooper muito apreciado pelo compositor. É na publicação em 1852, que, finalmente, ganha o título “Le Corsaire”, favorecendo associações com o poema homônimo de Byron.

Entre a execução de 1845 e a publicação, cabe mencionar, foram feitas modificações substanciais. A versão transmitida foi da Orquestra de Montreal com regência de Charles Dutoit.

Brahms

Por fim, o programa mostrou o exemplo de uma obra sem qualquer conexão dramática ou literária – uma peça sinfônica independente em movimento único: a Abertura "Festival Académico", op. 80, de Johannes Brahms (1833-1897), que estreou em janeiro de 1881, tendo o próprio compositor regido, na ocasião, a orquestra.

 

Brahms compôs a Abertura "Festival Académico" durante o Verão de 1880, como agradecimento musical à Universidade de Breslau, que, no ano anterior, lhe havia atribuído um doutoramento "honoris causa". O compositor, ao que consta, detestava homenagens públicas e, inicialmente, se limitou a enviar uma nota de agradecimento manuscrita.

 

O maestro Bernard Scholz, que o havia indicado ao título, o convenceu, porém, de que o protocolo exigia dele um gesto mais significativo. A Universidade esperava nada menos que uma oferta musical do compositor. Scholz escreveu a Brahms: "Compõe uma bela sinfonia para nós. Mas bem orquestrada, meu velho, não demasiado densa." Brahms escreveu, então, uma espécie de rapsódia de várias cantigas estudantis de seu tempo.

 

A Abertura "Festival Académico" continua a ser uma obra muito importante do repertório de concerto e a interpretação veiculada foi a da Filarmônica de Berlim sob a batuta de Claudio Abbado.


As edições do programa Concertos UFRJ podem ser acompanhadas on line ou por meio do podcast (áudio sob demanda) da Roquette Pinto (FM 94,1). Contatos através do endereço eletrônico: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

 

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Última atualização em Seg, 14 de Maio de 2012 18:51
 
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