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Música de Natal em Concertos UFRJ

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Natal e música se completam. Muitas foram as obras compostas para a ocasião ao longo dos séculos. O programa desta semana destaca duas delas, uma de J. S. Bach, outra de José Maurício Nunes Garcia.

 

 

podcast

Ouça aqui o programa: 

Toda segunda-feira, às 22h, tem "Concertos UFRJ" na Roquette Pinto FM. Sintonize 94,1 ou acompanhe pela internet!

Programas anteriores podem ser encontrados na seção Concertos UFRJ.

Magnificat (também conhecida como Canção de Maria) é um cântico entoado (ou recitado) na liturgia cristã. O texto do cântico vem diretamente do Evangelho segundo Lucas, onde é recitado pela Virgem Maria na ocasião da Visitação de sua prima Isabel. Na narrativa, após saudar Isabel, que está grávida daquele que será chamado João Batista, a criança se mexe no útero da mãe. Quando esta louva Maria por sua fé, ela entoa o Magnificat como resposta.

 

O Magnificat em ré maior, BWV 243, é uma das principais obras vocais de Johann Sebastian Bach (1685-1750) e foi composta para orquestra, coro de cinco partes e solistas. Bach escreveu em 1723 uma versão inicial em mi bemol maior, para as Vésperas do Natal em Leipzig, que continha diversos textos natalinos. Após algumas reformulações, uma nova versão, que é a costuma ser executada, teve sua estreia na Igreja de São Tomás (Thomaskirche) de Leipzig, em dois de julho de 1733, então o feriado da Visitação.

 

A obra se divide em doze partes, que podem ser agrupadas em três movimentos; cada um começa com uma ária e é concluído pelo coro que desenvolve um tema em forma de fuga. A versão veiculada no porgranma foi a de John Eliot Gardiner à frente do Coro Montoverdi e do English Baroque Soloists. Nancy Argenta e Patrizia Kwella, sopranos; Charles Brett, contratenor; Anthony Rolfe Johnson, tenor; e David Thomas, baixo; são os solistas.

 

A segunda peça do programa foi a Missa Pastoril para a Noite de Natal do Padre José Maurício Nunes Garcia (1767 -1830), que foi mestre de capela de D. João VI no Brasil e o principal compositor brasileiro do período colonial.  A obra foi originalmente escrita em 1808 em uma versão para coro e órgão e reformulada em 1811, tendo sido orquestrada então para um conjunto de dois naipes de violas, violoncelos e contrabaixos. A ausência dos violinos confere a obra um colorido especial que reforça seu caráter pastoral em um ritmo em compasso composto característico. Se destaca também uma clarineta concertante que perpassa toda a obra. A versão é a do grupo suíço Ensemble Turicum, dirigido pelo contratenor brasileiro Luís Alves da Silva.

 

Resultado de um convênio da UFRJ com a Roquette Pinto, Concertos UFRJ vão ao ar toda segunda-feira, às 22h, na sintonia 94.1 FM, sob o comando de André Cardoso, docente da Escola de Música (EM) e regente titular da Orquestra Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ). As edições do programa  podem ser acompanhadas on line ou por meio do podcast (áudio sob demanda) da Roquette Pinto (FM 94,1). Contatos através do endereço eletrônico: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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