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Obra para violoncelo de Villa-Lobos ganha estudo

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Foto: Capa da publicação
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A obra para violoncelo do nosso maior compositor do século XX acaba de ganhar um importante estudo. Intitulado “Heitor Villa-Lobos, o violoncelo e seu idiomatismo” o livro, publicado pela editora CRV, de Curitiba, é resultado da pesquisa de mestrado do autor, o professor Hugo Pilger, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

 

Repleta reproduções de programas, fotos e partituras, a obra discute a importância do violoncelo na trajetória de Villa-Lobos, e identifica os principais elementos idiomáticos que desenvolveu em suas inúmeras composições para o instrumento.

 

Pilger, destaca que apesar da afeição de Villa-Lobos (1887-1959) pelo violoncelo são significativamente mais numerosos os estudos publicados que abordam suas composições para outros instrumentos, como o piano e o violão, ou para orquestra.

 

As inúmeras oportunidades em que executou as Bachianas Brasileiras n° 1 e n° 5, a Fantasia para violoncelo e orquestra; a Fantasia para orquestra de violoncelos; suas obras para violoncelo e piano e, mais recentemente, a gravação com o Quarteto Radamés Gnattali dos dezessete quartetos de cordas fortaleceram a convicção de que esta dimensão importante da obra de Villa-Lobos continua em grande parte desconhecida mesmo para os violoncelistas.  Uma lacuna que, com a publicação, pretende ajudar a superar.

 

Os interessados podem adquiri-la no site da editora.

Sobre o autor Hugo Pilger iniciou seus estudos de violoncelo na FUNDARTE (Fundação de Artes de Montenegro-RS) em 1985 com o professor Milton Bock. Em 1987 passou a estudar no Rio de Janeiro com o professor Marcio Malard. Formou-se no curso de Bacharelado em Instrumento Violoncelo na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) na classe do professor Alceu Reis. Participou de “Master Classes” com importantes violoncelistas como Marcio Carneiro, Antonio Del Claro, Arturo Bonucci, Antonio Meneses e Bernard Greenhouse. Como solista já se apresentou com várias Orquestras, dentre elas: Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES), Orquestra SESI-FUNDARTE (RS), Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Orquestra do Teatro da Paz (PA), Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba, Orquestra Ouro Preto (MG), Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro de Porto Alegre (RS), Orquestra Sinfônica Nacional (UFF), Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). Já se apresentou em diversos países como Inglaterra, Portugal, Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Bolívia, México, Espanha, França, Alemanha, Hungria, Dinamarca e Noruega. É primeiro violoncelo da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES), integrante do Trio Porto Alegre, do Quarteto Radamés Gnattali e professor de violoncelo da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Em 2006 fez a estreia no Brasil da importante obra para violoncelo e orquestra “Tout um Monde Lointain” do compositor francês Henri Dutilleux e em 2009 a estréia sul-americana do concerto para violoncelo e orquestra “Pro et Contra” do compositor estoniano Arvo Pärt. Das obras que lhe foram especialmente dedicadas, destacam-se: “Sonata nº 2 para Violoncelo Solo” do compositor inglês David Ashbridge, “Serenata Pro Pilger” de Maurício Carrilho e “Reflexões Sobre A Ostra e O Vento” para Violoncelo e Orquestra de Cordas de Wagner Tiso.

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