171 ANOS FORMANDO MÚSICOS DE EXCELÊNCIA

OSUFRJ se apresenta na Sala Cecília Meireles

0
0
0
s2sdefault

A Orquestra Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ), sob o comando do regente Felipe Prazeres, se apresenta dia 11 de abril uma vez mais na Sala Cecília Meireles. O espetáculo, que integra a série Sala Orquestra, está marcado para ás 20h.

  Reprodução
  felipeprazeres gabrielreis
  Acima, Felipe Prazers. Abaixo, o fagotista Gabriel Reis.
   

O programa, que promete agradar um público amplo, inclui a A Grande Páscoa Russa, de Rimsky-Korsakov; o Concerto para para fagote em Fá maior, de Weber; e a famosa Sinfonia nº 1 em Si bemol maior, de Schumann. Conhecida como “A Primavera”, a primeira sinfonia de Schumann teria sido esboçada em apenas quatro dias e é a expressão da felicidade do compositor que acabara de casar com a sua amada Clara.

O fagotista Gabriel Reis será o solista do concerto de Weber.

Solista

Nascido em São João de Meriti, Gabriel Reis deu início aos estudos musicais com 13 anos. Com o apoio dos seus familiares, começou a estudar flauta doce na AMC de São João de Meriti. Em seguida, estudou Clarinete na Igreja Assembleia de Deus Praça da Bandeira e ingressou na FAETEC de Quintino como clarinetista. Foi, então, indicado para estudar Fagote com o Professor Aloysio Fagerlande no Curso Intermediário da UFRJ. Participou de diversos festivais de música pelo Brasil, como Londrina (FIML), Festival Conexões de Niterói e o 9° Festival Sesc Pelotas, tendo aulas com Selim Aykal (Turquia), Franz Jurgen Dorsam (Alemanha), Romeu Rabelo (Brasil), Sue Barber (EUA), Jeferson Souza (Brasil) e Daniel Bäz (Alemanha). Em 2016, ingressou no Bacharelado em Música na UFRJ, dando continuidade aos estudos com o professor Aloysio Fagerlande. Atualmente, atua como fagotista da Orquestra Sinfônica Cesgranrio e trabalha como fagotista convidado nas orquestras jovens do Rio de Janeiro.

Regente e Orquestra

Um dos mais conceituados músicos de sua geração, Felipe Prazeres atua como spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) desde 2001. Atualmente, exerce ainda a função de regente da Academia Juvenil, projeto educativo da OPES. É diretor artístico da orquestra Johann Sebastian Rio. Na função de regente, já esteve à frente de orquestras como a World Youth Symphony, na Itália, OPES, Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) e Orquestra Sinfônica da UFRJ. Como solista, atuou ao lado das principais orquestras do Brasil, como OPES, OSB, OSPA, OSBA, OFES e OSUFRJ. Iniciou seus estudos aos onze anos e, aos quatorze, já atuava como solista frente à Orquestra Petrobras Sinfônica. Graduou-se na Uni-Rio sob orientação de Paulo Bosísio e cursou pós-graduação na renomada Academia de Santa Cecilia, em Roma, na classe de Domenico Nordio. Hoje, curso o Mestrado Profissional em Música da UFRJ. Obteve o primeiro lugar no Concurso Nacional de Cordas de Juiz de Fora, em 1997, no Concurso Interno da Uni-Rio, em 1998, e no Concurso Nacional de Música IBEU, em 1999. Colaborou com renomados maestros, como Isaac Karabtchevsky, Armando Prazeres, Carlos Prazeres, Roberto Tibiriçá, André Cardoso, Silvio Barbato, Ernani Aguiar, dentre outros. Participou de masterclasses, como executante, com Augustin Dumay, Camila Wicks, Pierre Amoyal, Domenico Nordio, Boris Belkin, Ole Bohn, dentre outros artistas de prestígio. Tanto como solista e camerista quanto como professor, participa ativamente do cenário brasileiro e internacional de música. Por nove anos, foi professor na Oficina de Música Cinves, em Juiz de Fora. 

A Orquestra Sinfônica da UFRJ é a mais antiga orquestra do Rio de Janeiro, fundada em 1924. Diversos regentes com ela atuaram, entre eles os compositores Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez e José Siqueira. As óperas passaram a fazer parte da temporada anual de concertos a partir de 1949. Em 1969, o maestro Raphael Baptista foi nomeado seu regente titular. Foi sucedido em 1979 pelo maestro Roberto Duarte, que esteve à frente do conjunto por mais de quinze anos. Desde 1998, está sob a direção artística dos maestros André Cardoso e Ernani Aguiar. Em 1997, realizou a gravação integral do Colombo de Carlos Gomes (1836-1896), que mereceu dois importantes prêmios: Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de “Melhor CD de 1998” e Prêmio Sharp 1998 de “Melhor CD” na categoria música erudita. Suas funções acadêmicas visam o treinamento e a formação de novos profissionais de orquestra, solistas e regentes. Uma de suas principais características é a valorização da produção musical brasileira, já tendo executado mais de uma centena de obras em estreia mundial.

SERVIÇO
Sala Cecília Meireles, Largo da Lapa, 47. (21) 2332-9223 e (21) 2332-9224. con­ta­to@ami­gos­da­sa­la.com.br. R$ 40 inteira; R$ 20 meia; R$ 2 estudantes de música com comprovante.

 

SALA CECÍLIA MEIRELES
11 DE ABRIL, 20H

ORQUESTRA SINFÔNICA DA UFRJ
Fagote: Gabriel Reis
Regência: Felipe Prazeres 

PROGRAMA

1- Nikolai RIMSKY-KORSAKOV (1844-1908)
A Grande Páscoa Russa, Op.36 (1888) 16’

2- Carl Maria von WEBER (1786-1826)
Concerto para fagote em Fá maior, Op. 75 (1811/1822) 18’
Allegro ma non troppo
Adagio
Rondo. Allegro
Solista: Gabriel Reis

3- Robert SCHUMANN (1810-1856)
Sinfonia nº 1 em Si bemol maior, Op. 38 (1841) 35’
Andante un poco maestoso - Allegro molto vivace
Larghetto
Scherzo. Molto vivace
Allegro animato e grazioso

Correspondência

Escola de Música da UFRJ
Edifício Ventura Corporate Towers
Av. República do Chile, 330
21o andar, Torre Leste
Centro - Rio de Janeiro, RJ
CEP: 20.031-170

  Catálogo de Setores (Endereços, telefones e e-mails)

Redes sociais