172 ANOS FORMANDO MÚSICOS DE EXCELÊNCIA

Opereta infantil "A Nova Roupa do Imperador" estreia em outubro na EM

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O projeto “A Escola Vai à Ópera” comemora sua décima edição encenando a deliciosa opereta A Nova Roupa do Imperador, baseada em um conto bem conhecido do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen (1805 - 1875). Realização das Escolas de Música (EM), Belas Artes (EBA) e Comunicação (ECO)/Direção Teatral da UFRJ a obra foi encomendada ao compositor, cantor e pesquisador sueco Sven Kristersson, da Malmö Academy of Music, na Universidade de Lund − instituição com a qual a UFRJ mantém diversos convênios. Daniela Mesquita assina a tradução e adaptação do libreto e das canções para o português.

  Reprodução
  SvenKristersson
  Sven Kristersson, compositor da ópera
   
  cartaz
   
 
Récitas exclusivas para escolas:
08, 09 e 11 de outubro, 14h30
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Récitas abertas ao público:
08 de outubro, 18h30
12 de outubro, 16h
Duração: 60 min. Entrada franca.
   

Récitas

Com estreia na Semana do Dia das Crianças e duração de cerca de uma hora, serão realizadas cinco récitas gratuitas no Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música, sendo três exclusivas para alunos de escolas públicas e particulares (08, 09 e 11 de outubro, às 14h30) e duas abertas ao público em geral (08, às 18h30; e 12, às 16h).

Com elenco formado por cantores do bacharelado em canto da EM e orquestra de câmara composta por instrumentistas estudantes da instituição, o espetáculo tem direção geral de Maria José Chevitarese, concepção cênica de José Henrique Moreira, e regência de Ernani Aguiar e Kaique Stumpf. Participação do Coro Infantil da UFRJ.

Andréa Renck e Desirée Bastos, ambas da EBA, assinam respectivamente as orientações de cenografia e figurinos.

Criado em 2008, o projeto “A Escola Vai à Ópera” contabiliza mais de 12 mil espectadores ao longo do tempo. O objetivo, levar ao palco óperas com temática infantis, abrindo as portas de um mundo mágico de canto, representação, cenários, figurinos e luz para um público jovem, e oferecer um espaço de formação a estudantes de diversos cursos da UFRJ.

“O Imperador está nu!“

A história que serve de base à ópera foi popularizada por Christian Andersen e recebeu, desde então, diversas adaptações. Um imperador vaidoso é enganado por espertalhões, que se fazendo passar por tecelões habilidosos, afirmam costurar para ele o mais belo uniforme que jamais alguém vestiu. O tecido, entretanto, seria invisível para os tolos e para aqueles que ocupassem posições que não merecessem.

Depois de algum tempo, o uniforme real fica pronto e o imperador desfila com ele na corte. Todos, inclusive o monarca, fingem admirar a beleza de um tecido que não conseguem enxergar até que um menino desprovido de hipocrisia denuncia a farsa gritando: “O Imperador está nu!”

O conto de Andersen, publicado em 1837, toma por base um fragmento do Libro de los ejemplos (ou El Conde Lucanor, 1335), uma coleção medieval espanhola de 55 contos morais de várias fontes compilados por Juan Manuel, Príncipe de Villena (1282–1348). O autor dinamarquês não conhecia o original em castelhano, apenas uma versão em língua alemã. No texto original, um rei recebe ardilosamente de tecelões um traje que seria invisível a todos menos àqueles que são filhos legítimos de seus pais presumidos. Andersen altera o enredo para criticar a vaidade cortesã e a soberba intelectual.

SERVIÇO
Escola de Música da UFRJ | Salão Leopoldo Miguez. Rua do Passeio, 98. Lapa - Rio de Janeiro - RJ CEP: 20.021-290 21 2240-1441. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

A NOVA ROUPA DO IMPERADOR

SVEN KRISTERSSON, LETRA E MÚSICA
(Baseado no conto de Hans Christian Andersen)

Tradução Daniela Mesquita

SALÃO LEOPOLDO MIGUEZ DA ESCOLA DE MÚSICA DA UFRJ

Concepção do Projeto e Direção Geral: Maria José Chevitarese
Direção de Cena: José Henrique Moreira
Direção de Movimento: Marcellus Ferreira
Direção Musical: Andréa Adour
Regência: Ernani Aguiar, Kaique Stumpf 

Solistas:
Narrador e Arauto: Leonardo Araujo
Imperador : Paulo Maria
Vigarista 1e Habitante 1: Paulo Ribeiro e Roberto Montezuma
VIgarista 2 e Habitante 2: Julia Riera e Sarah Salotto
Ministro da Economia: Iago Cirino
Ministra da Justiça e Costureira: Bruna Figueiredo e Gabriela Meira 

Coral Infantil da UFRJ
Sopranos: Amarilis Natsu Alcantara Canado, Ana Luisa Sant’anna, Ana Luiza Romão de Oliveira, Caio Henrique Rocha de Souza, Carolina Campos, Caterine Benedetto Scaini, Clariane Lavigna Moura de Lima, Clarissa Vitória Moura de Lima, Cleo Rodrigues Valentim, Gabriel Leoni Bernardes Sardenberg, Gabriela Silva Prazeres, Isabelle Barbiere Montanholi, Lais da Paixão de Jesus, Larissa da Paixão de Jesus, Livia Costa Gameloni, Liz Silva Vieira, Luna Esteves Enéas Cyrne, Luna Taubman Rymer, Lydia de Godoi Nicodem, Manuela Percegoni de Freitas, Maria Andréa de Paula Dias dos Santos, Maria Aurea de Paula Dias dos Santos, Maria Luiza Motta Porcel, Maria Raquel Neri de Abreu, Natan Augusto de Carvalho, Nathalia Ferreira da Silva, Noah de Godoi Nicodem, Norah Alves Santana dos Santos, Rebeca Feitosa do Carmo Queiroz, Rodrigo Santos Pedrozas, Ryan Pereira, Sonia de Souza Vaz, Sol Esteves Enéas Cyrne, Theodora Estevan de Carvalho Oliveira, Valentina Benedetto Scaini, Yeles Raquel Gomes de Brito.
Mezzos: Camila Monteiro Santos Cruz Pereira, Daniella Pereira de Oliveira, Hosana Miguel Souza Ferreira dos Santos, Leticia Elias Menezes, Mayara Rosa Ribeiro, Melyssa da Silva Rodrigues, Miguel de Jesus Correa da Silva, Mila Monteiro, Mylena da Silva Rodrigues, Paulo Faria Matos de Oliveira, Pollyanna Costa Windus, Roberta da Costa Anver Pachá, Sarah Lyssa Gomes.
Contraltos: Arthur Johann Reis Rodrigues, Bianca Santos Pedrozas, Davi Pereira Firmo, Emanuel dos Santos Câmara, Emanuel Nunes Pilger, Eugênio Elias Fernandez dos Santos, Lin-Yi da Costa Liao, Luna Gabeira da Silva , Nicole Chaga da Conceição Costa, Rebeca Aira Gomes Santos Chagas, Tiê de Kuhl e Machado, Vinicio Pereira, Vitor de Jesus Tavares 

Orquestra de Câmara 
Coordenação da Orquestra de Câmara: Anderson Bruno da Silva de Azevedo
Flauta: Felipe Arcanjo
Clarinete: Elon Silveira Duarte, Raphael de Carvalho Oliveira
Oboé: Stefanny Ribeiro
Trompete: Daniel Rosa
Trompa: Raphael Ribeiro
Fagote: Pedro Henrique Ramalho Martins
Rabeca: Roger Ribeiro
Viola de 10 Cordas: Marcus Ferrer (orientador)
Bandolim: Paulo Sá (orientador), Daniel Haddad, Felipe Rosa,
Violão: Bartholomeu Wiese (orientador), Pedro Costa Carvalho
Contrabaixo: Valéria Guimarães (orientador), Diego de Assis Ferreira,
Percussão: Wesley Lucas, William Moraes dos Santos
Pianista Correpetidor: Hector Coutinho, Kaique Stumpf 

Orientação e Coordenação de Cenografia: Andréa Renck
Cenógrafa: Jovanna Souza
Cenógrafas Assistentes: Joana Ramos, Sophia Chueke
Assistentes de Cenografia: Amanda Veiga, Suellen Refrande, Vanessa Mendes
Estagiários de Cenografia: Beatriz Santos, Carolline Amaral, Eduardo Reis, Gabriela Chagas, Hemili Danielle, Isis Patacho, Júlia Conde, Luiz Fernando Rainer, Mila Andará, Pedro Nery, Stephany Oliveira
Ilustração: Xandromedra
Cenotecnia: Humberto Jr e equipe 

Orientação de Figurino e Adereço: Desirée Bastos
Figurinista: Jessyca Ugolini
Assistentes de Figurino: Amanda Brêtas, Joyce Dias, Beatriz Ferretti, Isis Reis, Steph Barros
Confecção de Figurino: Suely Gherardt, Vera Gherardt
Aderecista: Isaac Neves
Assistentes de Adereço: Marina Menezes, Alexia Leika
Caracterização: Julia Maria Libonati
Assistente de Caracterização: Bruna Ventura 

Tradução e adaptação do libreto e das canções para o português: Daniela Mesquita e Sven Kristtersson
Arranjos das Canções: Tango da Ministra da Justiça e Polonesa do Imperador: Kjell Edstrand (Suécia) 

Consultoria Dramaturgica: Marcia Carnaval e Jan Mark (Suécia)
Assistente de Direção: Conrado Cerqueira 

Iluminação
SUAT (Sistema Universitário de Apoio Teatral): Anna Padilha, Beatriz Santa Rita, Hugo Bozelli, Joan Felipe Pequeno, Júlia Kan, Karla Gabriela, Otto Adour, Reinaldo Machado, Thiago Souza. (PIBIAC/PR1, PROART/FCC)
Coordenação: José Henrique Moreira 

Produção Geral: André Garcez, Fabricia Cristina Medeiros
Produção de Cenário e Figurino: Gloria Regina
Programação Visual: Fernanda Esteves
Fotografia: Nadejda Costa
Setor Artistico: Cissa Gomes, Francisca Marques dos Santos, Jândia Backx e Rosimaldo Martins do Nascimento

Siopse: Era uma vez um Imperador que adorava se vestir com roupas muito bonitas. Gastava todo o dinheiro que possuía com roupas, sem se importar com as despesas do reino... Soldados, contas, comida para o povo?! Ah, tudo poderia esperar, desde que o Imperador estivesse sempre muito elegante em seus trajes.
Certo dia, chegou à cidade onde vivia o Imperador, dois homens muito espertos que, sabendo do gosto do Imperador por roupas, e que este estava desejando um novo traje para o dia do grande desfile na corte, resolveram tapeá-lo fingindo-se de tecelões e oferecendo-se para costurar o mais belo dos uniformes! 
Os dois espertalhões, sabendo que precisavam de uma boa farsa para enganar o Imperador, disseram a ele que produziam os tecidos mais incríveis do mundo e que este tecido tinha uma característica muito especial: somente as pessoas muito inteligentes e que merecessem estar nas altas posições de comando conseguiriam enxergar o tal tecido. Desta forma, o Imperador poderia distinguir entre seus ministros, os inteligentes dos tolos e quem realmente deveria continuar a ocupar os respectivos cargos.
Achando que estava fazendo um excelente negócio, o Imperador entregou uma grande quantia de dinheiro aos vigaristas, que deveriam começar imediatamente a produzir o tão especial tecido. A história correu o reino e rapidamente todos já sabiam que o Imperador havia encomendado um tecido que só poderia ser visto por pessoas especialmente inteligentes.
Os vigaristas pediram ao rei uma infinidade de pedras preciosas e os mais finos fios de seda e ouro, para tecer a vestimenta Imperial. Todo material entregue foi escondido pelos vigaristas que falsamente trabalhavam nos teares, sem tecer coisa alguma. Quando se olhava para os teares, eles moviam-se freneticamente, porém vazios.... 
O Imperador ordenou aos seus ministros que fossem ao atelier dos tecelões e verificassem se o trabalho estava sendo feito e se o tecido estava ficando realmente belo. Ao chegar no atelier os ministros não conseguiram ver tecido algum, mas temendo serem considerados tolos, acharam melhor dizer ao Imperador que o tecido era realmente uma beleza! Diante do encantamento de ministros, o Imperador decidiu olhar com seus próprios olhos a tal maravilha. Ao chegar no ateliê dos vigaristas, o Imperador nada viu... porém, pensou que se os ministros tinham conseguido ver o tecido, não poderia ser ele um tolo que nada via!  E resolver dizer que o tecido era realmente belíssimo. Como o Imperador havia aprovado o tecido, estava na hora de costurar seu nobre traje. Tesouras enormes cortavam metros de tecido sem que, na verdade, ninguém pudesse vê-lo, embora ninguém admitisse.
Eis que o uniforme real ficou pronto e chegou o momento do Imperador vesti-lo para o grande desfile. O Imperador coloca seu novo traje e foi exibir-se na corte. Foram tantos elogios que o nobre governante saiu orgulhoso desfilando pela cidade, até que, em certo momento uma criança gritou:  
- O Imperador está nu!
Sabendo que o menino tinha razão, mas não querendo admitir sua tolice, seguiu o Imperador com o cortejo, ostentando sua nobre nudez, enquanto todo o povo cochichava e zombava das roupas novas do Imperador. 

Realização: Escolas de Música, Belas Artes e Comunicação/Direção Teatral da UFRJ

fevereiro   2020
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