171 ANOS FORMANDO MÚSICOS DE EXCELÊNCIA

EM marca presença na XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea

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A Fundação Nacional de Artes – FUNARTE, com o apoio da Academia Brasileira de Música e da Rádio MEC/Empresa Brasileira de Comunicação, realiza no período de 10 e 18 de outubro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e na Sala Cecília Meirelles, a XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea.

 

  Foto: Divulgação
  brasil-ensemble-2015
   
  Schubert400
  ACIMA, Coro Brasil Ensemble, que interpretará obras laureadas. Abaixo, professor Alexandre Schubert terá executa composição de sua autoria que ganhou o Prêmio FUNARTE.
  Detalhes no site da Bienal.
   

Esta Bienal, que abarca, em estréias mundiais, a apresentação de sessenta e seis obras eruditas encomendadas e concursadas, terá sua Programação Extraordinária desenvolvida, a partir do dia 16 de outubro, no espaço Guiomar Novaes da Sala Cecília Meirelles, sempre no horário das 15h30 exceto no dia 19, quando o horário de seu último concerto será às 19h. De uma perspectiva cronológica, as Bienais de Música Brasileira Contemporânea foram criadas por Edino Krieger, com apoio de Myriam Dauelsberg e, invariavelmente, elas acontecem em anos ímpares, desde 1975, quando foram instituídas. Mas, como o significado desta criação de Edino Krieger não cabe entre as margens estreitas do ano em que foram estabelecidas e este em que suas edições alcançam o número XXI, sobre as bienais não se pode deixar de registrar que constituem os eventos mais importantes no cenário de composição da música erudita contemporânea. E que nesses quarenta anos de existência, elas sintetizam uma das, senão a mais importante decisão do Estado brasileiro com vista ao desenvolvimento da arte musical no Brasil. E para que esta importante política pública pudesse configurar a XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea, a FUNARTE, no ano de 2014, por meio da soma de votos de um colégio eleitoral de oitenta e dois membros, composto por compositores, regentes e docentes de composição em cursos universitários de música, elegeu trinta compositores brasileiros, provenientes de dez estados brasileiros e um proveniente de Portugal e, a eles, foram feitas encomendas de obras inéditas, para estréias no evento. Ainda no ano de 2014, através de edital, a FUNARTE anunciou o concurso de obras inéditas. No concurso participaram trezentos e dezesseis compositores de todo o Brasil, que apresentaram quatrocentos e cinquenta e quatro partituras e, delas, trinta e seis foram também escolhidas para esta bienal. Neste cenário dos mais eminentes compositores da música erudita de nosso país e de obras premiadas, estão também orquestras, regentes, intérpretes solos, instrumentistas de orquestras, de música de câmara, de conjunto de música eletroacústica e músicos de coros que a FUNARTE selecionou para interpretação das sessenta e seis obras que, em estréia mundial serão apresentadas. E neste grandioso evento, é inequívoco o brilho da constelação de profissionais da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Para ilustrar esta afirmativa, na abertura da XXI Bienal de Música Contemporânea Brasileira que será realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, às 17h, do dia 10 de outubro, com a apresentação das três obras premiadas, entre aquelas que foram encomendadas na Categoria de Orquestra Sinfônica, destaca-se a obra, A Máquina do Mundo - Concerto para Orquestra, Op.196 (2014), do compositor Liduíno Pitombeira, docente do Departamento de Composição da Escola de Música de nossa Universidade, que obteve o segundo lugar na seleção da Funarte para esta Bienal. Essa obra, que será executada pela Orquestra Juvenil da Bahia, foi livremente inspirada no poema "A Máquina do Mundo", do poeta Carlos Drummond de Andrade. Nela, os títulos dos movimentos – Ordem Geométrica, Noturno, Presto e Fremente – têm por origem, palavras extraídas do poema e mantêm uma relação com o caráter e a atmosfera musical da obra. Mas, convém sublinhar que na categoria de composição de música erudita, a Escola de Música da UFRJ estará igualmente representada, no dia 18 de outubro, às 19h, na Sala Cecília Meirelles, onde será executada a obra que recebeu o Prêmio FUNARTE de Composição Erudita-2014, de Alexandre Schubert, também docente do seu Departamento de Composição. A obra musical intitulada Cenas da Paixão Segundo Aleijadinho, que terá como intérprete a Orquestra a Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, e como solista o barítono Marcelo Coutinho, também professor da Escola de Música da UFRJ, em acordo às informações do compositor, tem por base de inspiração um dos trabalhos mais importantes de Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho: o conjunto de esculturas que se encontram dentro das capelas em Congonhas do Campo, Minas Gerais, denominado Passos da Paixão. Ainda se tratando do reconhecimento de insignes compositores do Brasil, torna-se obrigatório destacar que Pauxy Gentil-Nunes, docente do Departamento de Composição e atual Coordenador do Programa de Pós-Graduação da Escola de Música, que faz parte do seleto grupo de compositores escolhidos pela FUNARTE para composição de obras que irão ser apresentadas na XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea, terá a estréia de sua peça musical intitulada Noneto, no dia 16 de outubro. A peça é um estudo de texturas e desenvolvimento motívico tradicional que faz referência ao repertório camerístico da fase moderna da música de concerto brasileira, especialmente às obras de Villa Lobos e Guerra-Peixe. Da categoria de compositores para orquestras, não se pode deixar de dizer que, entre o número reduzido de orquestras sinfônicas que participam da XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea, está a Orquestra Sinfônica da UFRJ- OSUFRJ, sob a direção aritstica de André Cardoso, e regência de Ernani Aguiar. Com indicação da FUNARTE, o seu naipe de cordas, com regência de Luís Gustavo Petri, titular da Sinfônica de Santos, será responsável pela execução da obra de Marlos Nobre, intitulada Furioso. Mas, a representação da Escola de Música nesta bienal do ano de 2015 não fica restrita apenas aos premiados compositores e participação de sua orquestra sinfônica. Quando se trata de regentes de coros e conjuntos musicais de câmara, com a mesma intensidade de brilho ela se faz novamente presente. Entre os regentes, a Maestrina Maria José Chevitarese, atual diretora da Escola de Música, idealizadora, regente e também responsável pela direção artística do Coro Brasil Ensemble da Escola de Música da UFRJ, recebeu da FUNARTE o convite para que este coro interprete duas premiadas obras desta bienal. Assim, no dia 11 deste mês, com sua regência, com a docente da Escola de Música, Midori Maeshiro, ao piano; Cristiano Alves na clarineta, David Chew no violoncelo, o Coro Brasil Ensemble estará interpretando a obra En el Hondo silencio de La noche (Escena), de Aylton Escobar, que faz parte do elenco de obras encomendadas pela FUNARTE, em 2014. Na mesma data, a maestrina Maria José Chevitarese com o Coro Brasil Ensemble, tendo ao piano Patrícia Bretas, docente da Escola de Música, e Josiane Kevorkian; percussão de Leo Souza, Rodrigo Foti e Fernanda Kremer, serão responsáveis pela interpretação da obra de Cadu Verdan que tem por título O peso do Eco. No dia 15 do mês, o grupo musical indicado para execução da obra Trapézio, de Mário Ferraro, vai estar sendo dirigido pelo também Regente da Escola de Música da UFRJ, Jésus Figueiredo. O conjunto de câmara Cron, que possui como dirigentes Marcos Vinício Nogueira e Yahan Wagner, ambos docentes do Departamento de Composição da Escola de Música da UFRJ, recebeu indicação para, no dia 14 de outubro, interpretar duas obras. As obras (Im) pulsos de Taipa, de Marcílio Onofre e Mixture, de Paulo Henrique Raposo, assim como Ventos Uivantes de Felipe Lara, que será executada no dia 16, terão a regência de Marcos Vinício Nogueira. E, no dia 18, data do encerramento das apresentações das obras desta XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea, Alexandre Schubert vai estar regendo o grupo musical que irá interpretar a obra Cercado de Neblina com estilhaços no olhar, de Rubens Tubenchiak. Junto a todos estes profissionais aqui citados, de maneira alguma pode-se deixar de mencionar aqueles que, na qualidade de instrumentistas solos; compondo duos musicais, ou, que fazem parte do Abstrai Ensemble, do Quinteto Villa-Lobos e de outros grupos, contribuem com seus respectivos brilhos para o sucesso desta bienal. Pertencentes ao de quadro de docentes de diferentes Departamentos da Escola de Música da UFRJ, são eles: Patrícia Bretas, Eduardo Monteiro, Sara Cohen, Paulo e Ricardo Santoro, Aloysio Fagerlande, Antônio Augusto, Tamara Ujakova, Pauxy Gentil- Nunes, Fábio Adour, Marcus Ribeiro e Afonso Oliveira.

 

 

Programação da Bienal

 

10 de outubro de 2015, sábado, 17h
THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO I Alexandre Espinheira E tornou-se fábula** Jorge Antunes Apoteose de Rousseau* Paulo Costa Lima Sete flechas: um batuque concertante*
I – O herói da nossa gente; II – Devaneiro / Cadenza; II – Finale
piano solo
 Aleyson Scopel
regente Eduardo Torres II Lucas Duarte 4 peças para orquestra**
I – Linhas e nuvens; II – Marcha; III – Canto; IV ? Quedas Eli-Eri Moura Apsis*
violino solo Vinícius Amaral Liduino Pitombeira A máquina do mundo*
I – Ordem geométrica; II – Noturno; III – Presto; IV ? Fremente
regente
 Ricardo Castro Orquestra Juvenil da Bahia (Neojibá)
11 de outubro de 2015, domingo, 19h
SALA CECÍLIA MEIRELES I
Silvio Ferraz Kairos II resposta a Chronos IX* Grupo UdiCello
violoncelos Isaac Andrade, Bruno Thayer, Gabriel Gonçalves, Thiago Wolf, Eder Belchior e Ezequiel Urbano
percussão Lúcio Pereira e Manoel Moura
diretor artístico e regente Kayami Satomi José Augusto Mannis A moça e o velho relógio**
violoncelo Paulo Santoro
piano Josiane Kevorkian Sam Cavalcanti Estudo para dois violinos**
violinos Vinícius Amaral e Flávia de Castro Alexandre Ficagna Escondido num ponto**
Abstrai Ensemble:
flauta Pauxi Gentil-Nunes
violoncelo Marcus Ribeiro
sax Pedro Bittencourt
piano Marina Spoladore II
Raul do Valle Improviso para duo de violoncelos*
Duo Santoro:
violoncelos Paulo e Ricardo Santoro
Luiz Cosme
(in memoriam) Canção do tio Barnabé
piano solo Patrícia Bretas
Mario Ferraro Sambaquis**
Duo Bretas/ Kevorkian
piano Patrícia Bretas eJosiane Kevorkian
Aylton Escobar
(texto do compositor) En el hondo silencio de la noche (Escena)*
clarineta Cristiano Alves
violoncelo David Chew
piano Midori Maeshiro Coro Brasil Ensemble / Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro
regente Maria José Chevitarese
Cadu Verdan
(texto do compositor) O peso do Eco**
piano Patrícia Bretas e Josiane Kevorkian
percussão Leo Souza, Rodrigo Foti e Fernanda Kremer Coro Brasil Ensemble / Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro
regente Maria José Chevitarese
12 de outubro de 2015, segunda-feira, 19h
SALA CECÍLIA MEIRELES I
Gilson Beck Ecos na catedral**
piano solo Sara Cohen
Caio Pierangeli Ultimum spiritum**

Harry Crowl Elogio da sombra*
clarone solo Thiago Tavares
II
Wellington Gomes Variações poéticas sobre um sertão esquecido*
violino solo Daniel Guedes
J. Orlando Alves Concerto Grosso**
Quarteto Radamés Gnattali
violinos Carla Rincón e Andréia Carizzi
viola Estevan Reis
violoncelo Lars Hoefs
Marlos Nobre Furioso*
Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (naipe de cordas)
regente Luís Gustavo Petri 13 de outubro de 2015, terça-feira, 19h
SALA CECÍLIA MEIRELES I
Tauan Gonzalez Sposito Se as árvores nascessem das nuvens**
Quarteto Brasiliana
violinos Roberto Faria e William Isaac
viola Samuel Passos
violoncelo Paulo Santoro
Alexandre Lunsqui Guturduo*
flautas Eduardo Monteiro e Lucas Robatto
Daniel Vargas O Catraz II – Engenhoca para viola solo**
viola solo Martinêz Nunes
H. J. Koellreutter
(in memoriam) Improviso para flauta solo
flauta Tahyná Oliveira Vitor Ramirez Signo Austral**
Camerata Profana
flautas Tahyná Oliveira e Carolina Chaves
clarineta Bruno Avoglia
trombone Gabriel Trettel
tuba Raphael Caserta
violoncelo Amanda Ferraresi
piano Mariana Carvalho
regente Enrico Ruggieri II
Gustavo Penha Vento sob os dedos**
flauta solo Eduardo Monteiro
Ricardo Tacuchian Pimenta malagueta*
violino solo Carla Rincón
Edino Krieger Entrada harmônica e frevo canônico*

Maurício Dottori Et facta est procella magna venti **

Caio Márcio dos Santos Variações livres para quinteto de sopros**
Quinteto Villa-Lobos
flauta Rubem Schuenck
clarineta Paulo Sérgio Santos
oboé Luis Carlos Justi
fagote Aloysio Fagerlande
trompa Phillip Doyle 14 de outubro de 2015, quarta-feira, 19h
SALA CECILIA MEIRELES I
Matheus Bitondi Jogo dos espelhos mutantes**
fagote solo Fábio Cury
Sérgio Kafejian Soproinverso**
clarineta solo Luís Afonso Montanha
Ronaldo Miranda Réplicas*
I ? Incisivo; II ? Lúdico; III – Lírico
clarineta
Luís Afonso Montanha
fagote Fábio Cury
Danniel Ferraz Toada para flauta solo**
flauta solo Maria Carolina Cavalcanti Henderson Rodrigues Proto movimento**
Quarteto Uirapuru
violinos Fernando Pereira e Márcio Sanches
viola Dhyan Toffolo
violoncelo Claudia Grosso Orquestra Solistas do Rio
violinos Fábio Peixoto e Leonardo Fantini
viola Bernardo Fantini
violoncelo Thaís Ferreira
contrabaixos Cláudio Alves e Tony Botelho
regente Rafael de Barros II
Roseane Yampolschi Zikhronot**
Quarteto Uirapuru
violinos Fernando Pereira e Márcio Sanches
viola Dhyan Toffolo
violoncelo Claudia Grosso
Paulo Rios Filho A vinte dias do fim*
flauta Andrea Ernest
clarineta Batista Jr.
Paulo Henrique Raposo Mixture**

Marcílio Onofre (Im)pulsos de taipa*
Grupo CRON
flautas Afonso Oliveira e Felipe Marateo
clarinete Marcos Passos
oboé Thiago Neves
fagote Jeferson Souza
trompete Matheus Moraes
trombone João Luiz Areias
violino Taís Soares
viola Rúbia Siqueira
violoncelo Janaína Salles
contrabaixo Cláudio Alves
piano Tatiana Dumas
regente Marcos Nogueira 15 de outubro de 2015, quinta-feira, 19h
SALA CECILIA MEIRELES I
Fred Carrilho EVENTVM V – Vórtices**
percussão Pedro Sá e Janaina Sá
Ticiano Rocha Digressão de força**
percussão Tiago Calderano, Pedro Moita e Lourenço Dias de Vasconcellos Mario Ficarelli (in memoriam) Quinteto para trompa e quarteto de cordas
trompa
Antônio Augusto
violinos Ana de Oliveira e Marco Catto
viola Dhyan Toffolo
violoncelo Marcus Ribeiro II
Alfredo (texto do compositor) Barros Antídoto*
I – Antídoto; II – Noites e rosas; III – Distância}
tenor Alberto Pacheco
fagote Débora Nascimento
piano Tamara Ujakova
violoncelo Luciano Corrêa
percussão Paraguassú Abrahão
Mario Ferraro Trapézio**
clarinetas Marcos Passos, Marcelo Ferreira e Batista Jr.
piano Katia Baloussier
percussão Janaina Sá
harpa Marco Monteiro
regente Jésus Figueiredo
Daniel Vargas O Catraz III – Engenhoca para catrumaninstrumentos**
ABSTRAI Ensemble
flauta Pauxy Gentil-Nunes
violino Mariana Salles
violão Fabio Adour
percussão Daniel Serale
Edson Zampronha Sonora*

ABSTRAI Ensemble
flauta Pauxy Gentil-Nunes
clarineta Batista Jr
sax Pedro Bittencourt
violoncelo Marcus Ribeiro
contrabaixo Alexandre Brasil
piano Marina Spoladore
percussão Daniel Serale
regente Tobias Volkmann
coordenador Daniel Serale 16 de outubro de 2015, sexta-feira, 19h
SALA CECILIA MEIRELES I
Felipe Lara Ventos uivantes**
Grupo CRON
flauta Felipe Marateo
clarinete Marcos Passos
fagote Jeferson Souza
violino Taís Soares
viola Rúbia Siqueira
violoncelo Janaína Salles
regente Marcos Nogueira
Clayton Ribeiro Fragmentos**

trombone solo João Luiz Areias
Antônio Borges-Cunha Tempo e memória*

piano Ney Fialkow
acordeão Antônio Borges-Cunha
violino Vagner Cunha
percussão Diego Silveira
bombo legüero Ernesto Fagundes Rubens Tubenchlak Cercado de neblina com estilhaços no olhar**
flauta Andrea Ernest
clarineta/clarone Igor Carvalho
fagote Ariane Petri
violino Ana de Oliveira
viola Dhyan Toffolo
violoncelo Nora Fortunato
vibrafone Leo Souza
violão Alexandre Gismonti
regente Alexandre Schubert
II

Marcos Lucas (texto Fernando Pessoa) Três poemas de Alberto Caeiro*
I ? Passou a diligência pela estrada; II ? Para além da curva da estrada; III ? Leve, leve, muito leve;
GNU
soprano Diana Maron
flauta Carolina Chaves
clarineta Batista Jr.
violino Ayran Nicodemo
viola João Senna
violão Gabriel Lucena
violoncelo Pablo de Sá
percussão Ana Letícia Barros
regente Marcos Lucas
Marcus Siqueira Signo sopro VI*

Ivan Eiji Simurra Shapiro Peer XI**

Pauxy Gentil-Nunes Noneto*

ABSTRAI Ensemble
flauta Pauxy Gentil-Nunes
clarineta Batista Jr.
sax Pedro Bittencourt
fagote Ariane Petri
trompa Waleska Beltrami
violino Mariana Salles
viola DhyanToffolo
violoncelo Marcus Ribeiro
contrabaixo Alexandre Brasil
piano Marina Spoladore
vibrafone Daniel Serale
celesta Katia Baloussier
percussão Daniel Serale
regente Roberto Victorio
coordenador Daniel Serale 16 de outubro de 2015, sexta-feira, 15h30
ESPAÇO GUIOMAR NOVAES Café
tragédia secular
(estreia a 13 de setembro de 1996, em comemoração aos 450 anos da fundação de Santos) texto Mário de Andrade
música H. J. Koellreutter
soprano Margarita Schack
baixo José Gallisa
narrador Serafim Gonzales
Coral Municipal Zanzala, Coral do Colégio Universitas, Grupo Vocal Faz de Canto, Coral Municipal de Santos (os coros representam o povo)
duas orquestras de câmara
direção H. J. Koellreutter
maestros auxiliares Maria Fernanda dos Santos Tavares Marques, Geraldo Magela Marques e Roberto Martins Orquestra Sinfônica Municipal de Santos
direção musical e regência Luis Gustavo Petri
encenação e roteiro Fernando Peixoto
cenografia Gianni Ratto
cenotécnico Mario Marcio
figurinos Maria do Carmo Brandini
2 atores
5 cantores convidados
30 figurantes produção do vídeo Maria Célia Sacramento, Antonio Ferrer, Rita Okamura, Carlos Kober, Luiz Eduardo Crescente, Patrícia Barros
co-produção Secretaria de Cultura de Santos
prefeito David Capistrano Filho
secretário de cultura Marco Antônio Rodrigues A exibição do vídeo com a filmagem dessa “tragédia secular” foi possível graças à colaboração da Fundação Padre Anchieta/TV Cultura, na pessoa de seu presidente Marcos Mendonça e do chefe de seu Centro de Documentação José Maria Pereira Lopes.
17 de outubro de 2015, sábado, 19h
SALA CECILIA MEIRELES I
Thiago Diniz Coriolis**
difusão Thiago Diniz
Julian Maple Tuning**
sopranos Gabriela Geluda e Doriana Mendes
flauta Sérgio Barrenechea
contrabaixo Antônio Arzola
difusão Julian Maple
Fliblio Ferreira Prayá (Ritual)**
flauta Sérgio Barrenechea
difusão Fliblio Ferreira
João Pedro Oliveira Chroma*
piano Érica Ribeiro
percussão Ana Letícia Barros
difusão João Pedro Oliveira
II
Aquiles Guimarães Pataphysica**
difusão Aquiles Guimarães
Rodolfo Coelho de Souza Bestiário I*
piano Marina Spoladore
difusão Rodolfo Coelho de Souza
Valério Fiel da Costa Funerais 3? *
difusão Valério Fiel da Costa
Jocy de Oliveira
(texto da compositora) Mobius II*
soprano Gabriela Geluda
violoncelo Luciano Correa
percussão Siri, guitarra elétrica Aloysio Neves
viola João Senna
difusão Marcelo Carneiro de Lima
coordenadores Marcelo Carneiro de Lima e Paulo Dantas 17 de outubro de 2015, sábado, 15h30
ESPAÇO GUIOMAR NOVAES mesa-redonda
Música e política – entre Mário de Andrade e Koellreutter
debatedores Carlos Kater, Flavia Toni e Jorge Coli
mediador Flavio Silva 18 de outubro de 2015, domingo, 19h
SALA CECILIA MEIRELES I
Nikolai Brucher Who can turn skies back? ** Roberto Victorio Tetragrammaton XV b*
violão solo Gilson Antunes Alexandre Schubert Cenas da Paixão segundo Aleijadinho**
I – Introdução; II – A ceia; III – O horto; IV – A prisão; V – Eis o homem; VI – A cruz às costas; VII – A crucificação;
barítono
solo Marcelo Coutinho II
Marisa Rezende Fragmentos* Emanuel Cordeiro Transformações uirapurinas**
Flo Menezes PostScriptio*
violino solo Claudio Cruz Orquestra Sinfônica Nacional / UFF
regentes Simone Menezes e Claudio Cruz
18 de outubro de 2015,  domingo, 15h30
ESPAÇO GUIOMAR NOVAES recital
Revivendo o Grupo Música Viva Edino Krieger (textos de Carlos Drummond de Andrade) Três sonetos de Drummond
I – Os poderes infernais; II – Carta; III – Legado (canto e piano); Eunice Katunda Dois estudos folclóricos
I – Canto praiano; II – Canto de Reis (piano solo) César Guerra-Peixe (textos folclóricos) Trovas capixabas
I – Abaixai ó limoeiro; II – Ó lua que estás tão clara; III – Tanto verso que eu sabia; IV – Ainda que o fogo apague; V – Vou-me embora vou-me embora (canto e piano); Eunice Katunda La dame et la licorne
I – La dame et sa suivante; II – Les lièvres; III – La licorne; IV – Les étendards lunaires; V – Les joyaux  et les fruits; VI – Le lion (piano solo) H.-J. Koellreutter (textos de Oneyda Alvarenga) Noturnos 1 e 2 (canto e piano) Claudio Santoro A menina boba
I – Menina exausta XII; II – Asa ferida;  III – Menina exausta III; IV – Menina exausta I; V – Menina exausta II (canto e piano) Duo Ouvir Estrelas
canto Clarissa Cabral
piano Eliana Monteiro da Silva palestra
Grupo Música Viva e sua trajetória
por Carlos Kater

Correspondência

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